segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

QUAL É O SENTIDO DA VIDA?



QUAL É O SENTIDO DA VIDA?

Qual é o sentido da vida? Como posso encontrar propósito, realização e satisfação na vida? Terei o potencial de realizar algo de significância duradoura?

Há tantas pessoas que jamais pararam para pensar no sentido da vida. Anos mais tarde elas olham para trás e se perguntam por que seus relacionamentos não deram certo e por que se sentem tão vazias, mesmo tendo alcançado algum objetivo anteriormente estabelecido.

Um jogador de baseball que alcançou o hall da fama deste esporte foi questionado sobre o que gostaria que lhe tivessem dito quando ainda estava começando a jogar baseball.

Ele respondeu: “Eu gostaria que alguém tivesse me dito que quando você chega ao topo, não há nada lá.”

Muitos objetivos revelam o quanto são vazios apenas depois que vários anos foram perdidos em sua busca.

Em nossa sociedade humanística, as pessoas vão atrás de muitos propósitos, pensando que neles encontrarão sentido.

Entre eles estão: sucesso nos negócios, prosperidade, bons relacionamentos, sexo, entretenimento, fazer o bem aos outros, etc.

As pessoas já viram que, mesmo quando atingiram seus propósitos de prosperidade, relacionamentos e prazer, havia ainda uma grande lacuna interior – um sentimento de vazio que nada parecia preencher.

O autor do livro Bíblico de Eclesiastes expressa este sentimento quando diz: “Vaidade de vaidades, ...tudo é vaidade.”

Este autor tinha prosperidade além da medida, sabedoria maior que de qualquer homem de seu tempo ou do nosso, mulheres às centenas, palácios e jardins que eram a inveja de outros reinos, a melhor comida e o melhor vinho e toda a forma possível de diversão.

E ele disse, em dado momento, que qualquer coisa que seu coração quisesse, ele buscava. E mesmo assim ele resumiu a “vida debaixo do sol” (a vida vivida como se tudo o que nela há é o que podemos ver com nossos olhos e experimentar com nossos sentidos) como sendo sem significado!

Por que existe tal vazio?

Porque Deus nos criou para algo além do que nós podemos experimentar aqui e agora. Disse Salomão a respeito de Deus: "Ele também pôs a eternidade no coração dos homens..."

Nos nossos corações, nós sabemos que o “aqui e agora” não é tudo o que há.

Em Gênesis, o primeiro livro da Bíblia, vemos que Deus criou a humanidade à Sua imagem (Gênesis 1:26).

Isto significa que nós somos mais parecidos com Deus do que com qualquer outra coisa (qualquer outra forma de vida).

Nós também vemos que antes da humanidade cair em pecado e a maldição vir por sobre a terra, as seguintes afirmações eram verdadeiras: (1) Deus fez o homem uma criatura social (Gênesis 2:18-25); (2) Deus deu trabalho ao homem (Gênesis 2:15); (3) Deus tinha comunhão com o homem (Gênesis 3:8); e (4) Deus deu ao homem domínio sobre a terra (Gênesis 1:26).

Qual o significado disto?

Eu creio que Deus tinha como intenção, com cada uma destas coisas, acrescentar realização a nossa vida, porém tudo isto (especialmente a comunhão do homem com Deus) foi adversamente afetado pela queda do homem em pecado e conseqüente maldição sobre a terra (Gênesis 3).

No Apocalipse, o último livro da Bíblia, ao final de muitos outros eventos do fim dos tempos, Deus revela que Ele irá destruir a atual terra e céu que conhecemos e conduzir-nos ao estado eterno, criando um novo céu e uma nova terra.

Neste tempo, Ele irá restaurar a comunhão total com a humanidade redimida. Alguns da humanidade terão sido julgados indignos e jogados ao Lago de Fogo (Apocalipse 20:11-15).

E a maldição do pecado será eliminada; não haverá mais pecado, tristeza, doença, morte, dor, etc. (Apocalipse 21:4). E aqueles que crêem herdarão todas as coisas; Deus habitará com eles, e eles serão Seus filhos (Apocalipse 21:7).

Portanto, chegamos ao ponto inicial de que Deus nos criou para termos comunhão com Ele; o homem pecou, quebrando tal comunhão; Deus restaura esta comunhão completamente no estado eterno com aqueles julgados dignos por Ele.

Agora, passar a vida inteira alcançando qualquer coisa e todas as coisas apenas para morrer separado de Deus pela eternidade seria mais do que fútil!

Mas Deus providenciou uma maneira não apenas de tornar possível a eterna alegria espiritual (Lucas 23:43), mas também para vivermos esta vida com satisfação e sentido.

Então, como esta eterna alegria espiritual e o “céu na terra” são obtidos?

O SENTIDO DA VIDA RESTAURADO ATRAVÉS DE JESUS CRISTO

Como fizemos alusão acima, o real sentido, tanto agora como na eternidade, é encontrado ao se restaurar o relacionamento com Deus, relacionamento que foi perdido quando Adão e Eva caíram em pecado.

Hoje, este relacionamento com Deus somente é possível através de Seu Filho, Jesus Cristo (Atos 4:12; João 14:6; João 1:12).

A vida eterna é recebida quando alguém se arrepende de seu pecado (ao não querer mais continuar nele, mas que Cristo o mude e faça dele uma nova pessoa) e começa a confiar em Jesus Cristo como Salvador (veja a questão “Qual é o plano da salvação?” para mais informações sobre este assunto tão importante).

Porém, o real sentido da vida não é encontrado meramente em descobrir Jesus como Salvador (apesar do quão maravilhoso ser).

Ao invés disso, o real sentido da vida é encontrado ao se começar a seguir a Cristo como Seu discípulo, aprendendo Dele, passando tempo com Ele na Sua Palavra, a Bíblia, tendo comunhão com Ele em oração e caminhando com Ele em obediência aos Seus mandamentos. Se você é um descrente (ou talvez um novo crente), você deve estar dizendo a si mesmo: “Isto não me soa assim tão incrível e realizador!”

Mas por favor, leia um pouco mais. Jesus fez as seguintes declarações:

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mateus 11:28-30). “...eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (João 10:10b).

“Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.” (Mateus 16:24-25).

E nos Salmos encontramos o seguinte: “Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração.” (Salmos 37:4).

O que todos estes versículos estão dizendo é que nós temos uma escolha.

Nós podemos continuar buscando guiar nossas próprias vidas (com o resultado de vivermos uma vida vazia) ou podemos escolher seguir a Deus buscando Sua vontade para as nossas vidas com todo o nosso coração (o que resultará em uma vida vivida por completo, tendo os desejos do nosso coração atendidos e encontrando contentamento e satisfação).

Isto é assim porque o nosso Criador nos ama e deseja o melhor para nós (não necessariamente a vida mais fácil, mas a com mais satisfação).

Para finalizar, eu gostaria de compartilhar uma analogia emprestada de um amigo pastor.

Se você é um fã de esportes e decide ir a um jogo profissional, você pode poupar algum dinheiro e pegar um lugar “bem baratinho”, longe da ação, nas posições mais altas do estádio, ou você pode gastar bem mais e ficar bem perto e aproveitar com mais vivacidade a ação.

É assim na vida Cristã. Assistir à obra de Deus EM PRIMEIRA MÃO não é para os cristãos de domingo.

Eles não pagaram o preço.

Assistir à obra de Deus EM PRIMEIRA MÃO é para o discípulo de Cristo que o é de todo o coração, aquele que parou de ir atrás das suas próprias vontades a fim de seguir os propósitos de Deus em sua vida.

ELES pagaram o preço (rendição completa a Cristo e a Sua vontade); eles estão vivendo a vida ao máximo; e eles podem encarar a si próprios, seus amigos e seu Criador sem remorsos!

Você já pagou o preço? Sente vontade? Se a resposta é sim, você nunca mais sentirá fome de sentido e propósito.


FAÇA A SUA OPÇÃO


FAÇA A SUA OPÇÃO


A religião tem preocupado bastante os cristãos autênticos, pois constantemente confunde-se profundidade espiritual com religiosidade intensa. A religião legalista prefere viver tranquila em sua mentira a perder prestígio por causa de verdades reveladas.

Por isso o cristianismo deve tomar muito cuidado com as generalizações. O desafio para os cristãos é não permitir que o cristianismo se torne uma farsa. Só assim haverá esperança de existir na terra um povo santo. 

Leis e regras sem a unção divina produz morte na alma, pois, a religião pode mudar o comportamento ético das pessoas mas não lhes altera a vontade.

Com esforço próprio, o homem abandona seus vícios. Outras coisas lhe são exigidas. E, ele, sem qualquer transformação interior, está sempre pronto a obedecer. E, aí o legalismo passa a dominá-lo, e produzir seus efeitos maléficos, capazes de tornar-lhe a vida pior.

Algumas pessoas parecem ter ficado mais feias depois da “conversão”. Já não sorriem nem brincam; não cumprimentam mais os vizinhos e amigos não crentes. Agora consideram a todos como criaturas do diabo. Tomam essas atitudes em nome da fé, dizendo-se convertidos. Mas será este tipo de vida que Jesus veio trazer-nos? Foi para isso que Ele morreu na cruz?

Infelizmente, essa é a vida que o legalismo reserva aos que se lhe submetem. C.S. Lewis escreve: “Os pecados da carne são maus, mas são os menos maus dos pecados. Os piores são puramente espirituais. O prazer em fazer os outros sentirem que estão errados, em ser mandão, caluniador e orgulhoso. É por isso que uma pessoa fria, farisaica e arrogante, e que frequenta regularmente a igreja, pode estar mais perto do inferno que uma prostituta.”

Foram os líderes da religião que levaram Jesus à cruz. A santidade vem da graça, não da lei; da ação do Espírito de Cristo no homem, não de impactos causados por regras impostas. Nem tudo que os fariseus pregavam era errado ou mentira: “Observai, pois e praticai tudo o que vos disserem” (Mt. 23.3)

O discurso deles era bom, mas atitude, hipócrita. Todas as formas de religião que falam de Jesus, apresentam verdades. O problema não é o discurso, que é bom: “Jesus é o Senhor”, “Jesus cura”, “Jesus liberta”, “Jesus salva”, “Jesus batiza com o Espírito Santo”, etc.  Isto deveria tornar-nos um povo cada vez mais santo, mas tal não acontece quando há algo errado na prática. Mas a prática não condiz com o discurso: O amor e o perdão não existem, a liberdade anunciada não passa de outro tipo de escravidão, e o socorro prometido não vem.

Se não há quebrantamento, santidade; Se não há transformação – de dentro para fora – que perdure ao longo da vida, ou se a beleza de Cristo não brotou na face da alma, então tudo não passou de um agradável momento religioso. Não atribuamos ao Senhor da glória tal fenômeno emocional.

Que o mesmo poder que ressuscitou a Jesus Cristo dentre os mortos, jogue por terra os elementos mortais da religião, e faça surgir vidas lavadas no sangue do Cordeiro, e santificadas no Espírito para a glória de Deus Pai.

O DISCÍPULO


O DISCÍPULO 


O DISCÍPULO É ALGUÉM PARA O QUAL JESUS É A PRIORIDADE ABSOLUTA.


Vivemos em tempos de materialismo religioso. Explico. Trata-se de uma sociedade onde a grande prioridade é ter, possuir a corrida do consumo, é o grande anseio da alma das pessoas. O mercado tornou-se uma grande divindade; atender suas exigências tornou-se a grande cerimônia religiosa dos nossos dias. Alcançar o bem material desejado torna-se uma grande compensação. As igrejas se rendem a ele.

A salvação é a prosperidade, é o possuir um negócio próprio, uma casa, um carro. Não consigo ouvir em nenhum dos testemunhos contemporâneos na televisão a genuína alegria de encontrar Cristo, e a esperança da eternidade com Deus. Está tudo descrito em bens materiais.

Deus é instrumentalizado para o consumo, e, com isso, Deus, também, foi posto ao serviço do mercado. Está certo isso? Estaria salva uma pessoa que tendo aceitado Jesus continuasse desempregada? Segundo algumas teologias, a resposta seria não.

Mas qual é a teologia dos Evangelhos? Antes de responder, deixem-me citar o Pr. David Wilkerson: “Acredite ou não, muitas pessoas de bem que estão envolvidas em realizar empreendimentos maravilhosos, não irão para o céu. Pior que isso; muitos que se consideram cristãos e estão convencidos de que irão para o céu ficarão de fora, mesmo não estando envolvidos em pecados grosseiros como pornografia, e outros moralmente condenáveis”.

O que tem a ver esta afirmação de David Wilkerson com o que falávamos? Simples, Jesus não é uma opção religiosa, entre diversos outros que o mercado oferece, quase sempre segundo o conceito: O que eu ganho com isto?

Jesus nos ensinou: “Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade.” (Mt 7.22-23).

A salvação no Evangelho pode representar a renúncia às posses, como foi no caso de Zaqueu: “Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. Então, Jesus lhe disse: Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão.”(Lc 19.8-9). Aqui, fica claro que é Jesus como autor da salvação que espera que tiremos do nosso coração nossos ídolos; aquilo que mais almejamos deve dar lugar a ELE. Zaqueu perdeu a riqueza para ganhar Cristo e a Salvação. O contrário do jovem rico (cf. Lc 19.18-23).

Por isso a religião de Cristo rompe com o mercado, o consumo. Quantas vezes temos deixado de ofertar a missões, a projetos sociais porque estamos economizando para comprar um vestido novo, um carro mais novo, ou mesmo um aparelho de televisão? Ou como igreja local priorizamos uma guitarra nova a investir na congregação da periferia, ou mesmo ajudar famílias mais carentes. Vede o ensino do discurso missionário de Jesus. (Cf. Mt 10.5-10).

Assim, o discípulo, sua salvação está relacionada à afirmação de Jesus no Sermão do Monte: “Buscai, pois, em primeiro lugar o seu reino e a sua justiça, e todas estas cousas vos serão acrescentadas.” (cf. Mt 6.33).

Sim, seguir o ensino de Jesus conforme viveu Paulo: “Logo já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” (Gl 2.20).

Sim, Jesus como prioridade, fé centrada nele, valores orientados por seu Evangelho e uma viva dependência de sua graça salvadora são caminhos da salvação.
         
Escrito por Paulo Lockmann

O ESPÍRITO TESTIFICA QUE SOMOS FILHOS


O ESPÍRITO TESTIFICA QUE SOMOS FILHOS


Aba, Pai. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai.


O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo; se com Ele sofremos, também com Ele seremos glorificados. Romanos 8:15-17.

Mateus 6:26 nos diz que Deus é Pai, 'vosso Pai Celestial'. Isto é emocionante.

A realidade de Deus ser Pai de cada cristão é um dos grandes e recorrentes temas do Sermão do Monte.

Todos quantos nasceram de novo foram adotados na família de Deus.

Essas pessoas renunciaram a seu antigo pai e a seus hábitos pecaminosos e aceitaram a Deus como Pai. Passaram a fazer parte da grande família dos redimidos. Estão, portanto, em condições de chamar Deus de 'Aba, Pai'.

Aqueles que ainda têm o diabo como pai não podem fazer isso. 'Aba' é um termo carinhoso, como a palavra 'papai' em português. Que maravilha!

O Deus do Universo é meu Papai. Não admira que eu não precise me preocupar. Não admira que eu não tenha temor. Deus é Aba para mim. Esse fato fornece a base da confiança.

Contudo, Deus não tem apenas a proximidade de um papai; Ele também possui o poder de um Criador. Foi Ele quem trouxe os mundos à existência. 'Os céus por Sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de Sua boca, o exército deles.'

Sal. 33:6. 'Pois Ele falou, e tudo se fez; Ele ordenou, e tudo passou a existir.' Verso 9.

Nosso Aba também é o poderoso Criador das aves e das flores. Essa é a razão por que não devo me preocupar. Ele tem a proximidade de um papai e o poder de um Deus galáctico. Que Senhor!

Mas isso não é tudo. Nosso Aba Criador também tem o coração de um redentor. Ele nos amou tanto que deu Seu Filho para morrer em nosso lugar, a fim de que tivéssemos vida eterna.

Este é o Deus a quem servimos. Ele é Papai, Criador e Redentor, tudo de uma vez.

Seu cuidado por nós não se limita apenas à esfera espiritual; abrange também nosso vestuário e sustento de cada dia.

Quem pode ficar ansioso tendo tal Senhor como amigo?

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

A SEMENTE DA HONESTIDADE



A SEMENTE DA HONESTIDADE

Conta-se que por volta do ano 250 a.c, na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar.

Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta.

No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.

Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula :

- Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.

E a filha respondeu :

- Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz.

À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio :

- Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.

A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc...

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.

Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido.

Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado.

Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que,independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.

Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores.

Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.

Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção.

Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.

As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado.

Então, calmamente o príncipe esclareceu:

- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.

A honestidade, a sinceridade, a verdade e a boa conduta é como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a cultiva e espalha claridade ao redor

- Que esta nos sirva de lição e independente de tudo e todas as situações vergonhosas que nos rodeiam , possamos ser luz para aqueles que nos cercam .

- Aproveitem e leiam : Efésios 5.9 ( pois o fruto da luz está ....) e Mateus 5.16 (Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para ...)

Esta lição serve para aqueles que desejam viver na sinceridade, na bondade e na honestidade, sem más intenções, porque vale a pena fazer o melhor, fazer só o bem, assim seus sonhos serão realizados, Deus concederá os desejos do seu coração

Jesus disse aos seus seguidores: Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna.
(Mateus 5:37)

PROCEDIMENTOS E CONDUTAS SÉRIAS, HONESTAS E SINCERAS NA VIDA DE UM CRISTÃO É TUDO!

A IGREJA E JESUS



JESUS E A IGREJA 

E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? 

E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas. Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou?

E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus.

Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;

E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus. Então mandou aos seus discípulos que a ninguém dissessem que ele era Jesus o Cristo.

(Mateus 16:13-20)

Neste estudo vamos enfocar a igreja. Sendo um ponto fundamental da doutrina cristã, líderes religiosos têm feito um esforço muito grande no sentido de tornar mais clara a compreensão que se precisa ter de Igreja.

Vamos ver o que a Bíblia ensina sobre este edificante tema, tendo em mente que não se trata de denominação, mas da Igreja de abrangência universal, fundada por Jesus.

I - SIGNIFICADO DE IGREJA

A igreja é composta por aqueles que se submeteram ao senhorio de Jesus.

Na língua original do NT, o termo igreja (ekklesia) significa “chamados para fora”, aludindo à saída do povo que nas cidades gregas eram convocados para sair de suas casas para se reunir em assembléias populares.

Em nossa língua “Igreja” (do latim, eclesia) significa um ajuntamento ou reunião de pessoas.

No Novo Testamento a palavra é citada 115 vezes, sendo que a primeira vez foi Jesus quem a mencionou, no texto de Mateus 16:18.

“Chamados para fora” é um significado que liga a Igreja a um clima missionário.

Em João 15: 16. Jesus começa explicando que não fomos nós quem escolhemos a Ele, aludindo à incapacidade humana para enxergar os planos de salvação divina.

Em seguida Ele declara que nos escolheu, confirmando o que fora feito aos discípulos. Por último Ele, então, explica que nos designou para que fôssemos e déssemos frutos e estes frutos permanecessem.

Quando Ele diz que nos escolheu, Ele está nos “chamando”; quando diz que fez isto para que fôssemos (vades), Ele está nos tirando para fora de nossas casas ou de nossos aconchegos pessoais; quando Ele diz que esta saída era para dar fruto, está confirmando que a Igreja é chamada para a maior tarefa de todos os tempos: levar avante o evangelho a toda a terra, antes que venha o fim (Mateus 24:14).

NÃO AMEIS O MUNDO




NÃO AMEIS O MUNDO 


“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” (1 João 2.15-17).

Todo cuidado com o mundo é pouco:

Como coisas e assuntos mundanos, todo o círculo de bens, talentos, riquezas, vantagens e prazeres mundanos que embora vazios e transitórios, excitam nossos desejos e nos afastam de Deus, sendo pois obstáculo à sua Obra

2 – No princípio Deus criou o universo (Kosmos) e a terra fazia parte deste universo, nela Deus colocou o homem que era puro e inocente.

Não se vê nenhuma menção acerca do “mundo”, como o conhecemos hoje, neste universo criado por Deus.

No entanto, quando o homem pecou contra o Senhor, através de sua desobediência, o inimigo encontrou a porta aberta para introduzir no universo criado por Deus e na vida do homem, o seu sistema mundano de coisas que foi se desenvolvendo com o passar do tempo, progredindo em direção ao seu próprio interesse até chegar ao estado que se vê hoje em dia.

Assim o adversário criou um sistema de coisas cujo príncipe e soberanos é ele mesmo.

No livro de Gênesis não encontramos no Jardim do Éden qualquer menção à tecnologia ou instrumentos mecânicos.

Após a queda, porém, vemos surgir entre os descendentes de Caim alguém lidando com instrumentos cortantes de ferro e bronze.

Depois outro começa a desenvolver a música e as artes, e ainda outro envolvido com a agricultura e a pecuária 
– Gênesis 4: 20 – 22.

3 – As bases ou fundamentos deste sistema mundano criado pelo adversário são basicamente três, que são:

A concupiscência da carne;

A concupiscência dos olhos; e

A soberba da vida.

Estas três formas de opressão são usadas pelo inimigo desde o princípio até os dias de hoje para prender o homem e escravizá-lo no seu sistema.

A Bíblia mostra que no Jardim do Éden o inimigo procurou envolver Adão e Eva nestas três coisas, e obteve êxito.

Mais tarde, tentou fazer o mesmo com o Senhor Jesus e foi derrotado.

Hoje em dia tudo no mundo gira em torno destas três coisas fundamentais.

O inimigo mantém o homem escravizado dentro de uma ou de todas estas esferas, as quais por sua vez se apresentam através de facetas múltiplas, compondo assim um sistema hostil e de tendências contrárias a Deus e à sua vontade.

Por isso o Senhor nos alerta solenemente: “Não ameis o mundo, nem o que nele há...”

Tudo que existe neste sistema, por mais inocente que pareça ser, pertence ao mundo e está sendo controlado pela mente maligna do inimigo.

Se fizermos um exame minucioso, vamos descobrir que coisas tais como: música, artes (teatro, cinema, pintura, etc.), religião, educação, ciências, etc. fazem parte do sistema mundano e caminham numa direção oposta ao Senhor e favorável ao adversário.

4 – Quando Jesus entrou em Jerusalém montado num jumentinho, a multidão que o seguia e louvava, pensava que Ele iria libertar Israel do jugo de Roma.

Mas o Senhor ao invés de confirmar esta expectativa, falou claramente acerca de sua morte na cruz ainda naqueles dias.

Para muitos foi uma decepção ouvir aquelas palavras, mas Jesus estava trazendo a todos uma maravilhosa esperança; sólida e firme.

Ele estava anunciando uma mudança de domínio, mais radical e abrangente do que aquela que era esperada pelo povo de Israel.

Jesus afirmou solenemente que através de sua morte e ressurreição, iria julgar o mundo e expulsar o seu príncipe – Jo 12: 31, 32.

O grão de trigo iria cair na terra e produzir uma nova geração de homens e mulheres que não seriam mais escravos daquele sistema maligno que os dominava, mas seriam participantes de um novo reino de justiça, baseado na livre aliança com o Senhor.

Através de cordas de amor, seus corações seriam atraídos para longe daquele mundo sob julgamento, para o lado de Jesus, o qual, embora tenha sido levantado para morrer, por esse mesmo ato foi levantado para reinar.

Desta forma o mundo como sistema hostil a Deus teve o seu julgamento.

Isto não quer dizer que a terra e seus habitantes foram julgados naquele momento; para eles o juízo ainda está por vir.

5 – É através da salvação que nós escapamos do mundo. Para muitos salvação significa livramento do inferno para viver no céu, ou libertar-se do pecado para viver em santidade.

Mas salvação significa algo mais além do que isto. Muitos afirmam que “uma vez salvos, salvos para sempre”, mas isso é um terrível engano.

A salvação é algo dinâmico, que deve se renovar a cada instante. Não se trata simplesmente de uma questão de inferno evitado ou de pecados perdoados, mas precisa ser encarado mais em termos de um sistema do qual saímos.

Quando somos salvos, fazemos nosso êxodo de um mundo inteiro cujo dominador é o próprio adversário, para outro cujo Senhor é Jesus – Cl 1: 13.

Vejamos o exemplo do povo de Israel no Egito, que é tipo do mundo.

Eles foram literalmente tirados de lá pela mão de Deus, para caminharem em direção à Terra Prometida. Já no deserto o Senhor se revelou e com eles fez aliança.

Muitos morreram no deserto porque mantiveram seus corações no Egito. Somente aqueles que saíram de fato, conseguiram se salvar realmente.

Desta forma entendemos que salvação significa sair deste domínio, deste sistema corrupto e organizado que se opõe à Obra do Senhor.

Muitos hoje confessam que crêem em Jesus, mas permanecem totalmente ou parcialmente envolvidos com o mundo, refugiando-se numa religião sem perceber que ela mesmo faz parte deste sistema, pois onde quer que o poder natural do homem domine, existe neste sistema um elemento sob a inspiração do inimigo.

O apóstolo Paulo disse: “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento” – Rom 12: 2.

Salvação é isto; é não pertencer ao padrão de coisas do adversário, é colocar o coração naquilo que é de Deus, é tomar como objetivo seu propósito eterno em Jesus, é caminhar para este propósito e ser liberto a todo instante do domínio e influência do mundo e de tudo o que nele há, pois o mundo passa, e a sua concupiscência; mas o que faz a vontade de Deus permanece para sempre.

CONCLUSÃO – A palavra usada no grego para designar a igreja é EKKLESIA, que é a junção do termo EK = para fora de, com o termo KLESIA = chamada.

Assim vemos que a verdadeira igreja é aquela que foi chamada para fora do mundo, isto é, foi separada do sistema mundano para pertencer e servir ao Senhor Jesus.

JESUS AMA SUA IGREJA



JESUS AMA SUA IGREJA

O relacionamento de Jesus com sua Igreja tem um caráter bastante protetor e afetivo.

a) Em João 17: 15 temos uma referência à afetividade de Jesus quando Ele diz: “Não peço que os tires do mundo; e, sim, que os guardes do mal". Jesus, na dedicação que já possuía pelos seus, rogava carinhosamente ao Pai que os livrasse do mal, ao mesmo tempo em que pediu nossa não retirada do mundo, entendendo, é claro, a necessidade de nos manter aqui a seu serviço.

b) Em Efésios 5: 23-30, temos uma comparação amorosa de Jesus, num outro vislumbre de seu relacionamento afetivo com a igreja. Paulo compara a Igreja a uma mulher em sua submissão ao marido e vice-versa.

Muito embora este texto aborde mais precisamente o lar cristão, ele nos permite ver como Jesus considera sua Igreja e seu cuidado por ela.

Notem que com respeito ao marido e seu domínio sobre a mulher, Jesus é apontado por Paulo como “cabeça” da igreja. Colossenses 1:18.

O verso 25 de Efésios 5 afirma que os maridos devem amar as suas mulheres, assim como Cristo “amou” a sua Igreja e a si mesmo se entregou por ela. Não há dúvida sobre o grande amor de Jesus por sua Igreja.

JESUS, O FUNDAMENTO DA IGREJA

O texto básico desta lição é o episódio de Pedro e sua confissão vibrante a Jesus.

Veja que Jesus fez duas perguntas em Mateus 16:13-16.

Primeiro, Jesus faz uma espécie de pesquisa, algo que tomo a liberdade de classificar como a pergunta do missionário: “O que diz o povo ser o Filho do homem?”

Seria, o mesmo que perguntar: “qual tem sido a concepção do povo a meu respeito?”

“Será que eles sabem quem sou eu?”

Em seguida, Ele deseja saber a opinião sobre o mesmo assunto mas agora dos discípulos: “e vós, quem dizeis que eu sou?“

Destas duas perguntas de Jesus, depende o que vamos entender por Igreja porque, se eu estou fazendo algo para Jesus, sem convicção do meu empenho, então estou enganando a mim mesmo e me deixando lesar tolamente.

Preciso saber onde estou com os pés e que concepção tenho de Cristo, antes de querer que os outros saibam sobre ele.

Quando Pedro declarou a divindade de Jesus, sendo felicitado pelo Mestre, foi feita a referência à pedra que ele representava por sua FÉ em Jesus.

Mas não há aqui nem de longe qualquer fundamento para a instituição do papado que a Igreja católica ensina.

A verdade aqui é bem diferente: Jesus estava declarando a Pedro que era bendita a sua firmeza e convicção sobre o próprio Jesus.

Não há nenhuma dúvida sobre quem seria a pedra fundamental daquela meta, porque Jesus falava da fé de Pedro e de tantos outros que, como ele, pudessem crer na sua Pessoa.

Portanto, Jesus é a pedra principal, a pedra de esquina, e nós, os que cremos, somos “pedras edificadas espiritualmente, para o sacerdócio de Deus
(1 Pedro 2:5).

Paulo, numa abordagem sábia aos coríntios, fala àqueles cristãos orientando-os a respeito do fundamento único que é Cristo.

Ele diz que ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já foi posto, o qual é Cristo Jesus. I Cor. 3: 1. E, nesta admoestação, comenta sobre como devemos edificar sobre a fé em Jesus.

ALGUMAS RAZÕES POR QUE JESUS FUNDOU A IGREJA

Consideremos por que Jesus fundou sua Igreja:

a) Para que se santificasse.

O texto de Efésios 5: 26 declara: “Para que a santificasse, tendo-a purificado no meio da palavra“.

Notem que o “para”, que marca este verso, aponta o objetivo da relação amável entre Cristo e a Igreja.

E qual era?

A santificação e a purificação que ela precisa ter.

b) Para que fosse perfeita. A Igreja deve apresentar-se a Cristo como uma noiva sem mancha, nem ruga; gloriosa e sem defeito algum.

c) Para que fosse produtiva (João 15: 1-7).

Jesus quer a expansão do seu reino e com ele a salvação de todos os homens.

Daí a necessidade de evangelismo e do discipulado.

QUAL É O SEU TEMPERAMENTO?



QUAL É O SEU TEMPERAMENTO? 
O que é temperamento?
Temperamento é a combinação de características que afetam o comportamento. Mais de 400 anos antes de Cristo, Hipócrates criou a teoria de que existiam quatro temperamentos básicos.
Por ele (erroneamente) achar que o resultado dos temperamentos fosse devido a quatro fluidos orgânicos do nosso corpo, os classificou em: Sanguíneo (sangue), Colérico (bílis ou bílis colérica), Melancólico (melancolia ou bílis melancólica) e Fleumático (fleuma).
Enfatizando que ninguém possui apenas um temperamento. O que acontece é a predominância de um.
O apóstolo Paulo diz assim na sua carta aos Gálatas, capítulo 5.22:
"Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio...".
O Espírito Santo habita em nós (I Corintios 6.19), mas será que o fruto dele é manifesto em nossas vidas?
Podemos comprovar isso através do nosso temperamento.
Para ficar um pouco mais claro, vamos citar algumas virtudes e fraquezas (tendências) de cada temperamento – Extraídas do livro "Temperamento Controlado pelo Espírito".
Sangüíneo: Virtudes: vive o presente, é otimista, simpático, compassivo, sincero. Fraquezas: pouco prático e desorganizado, egoísta, emocionalmente instável.
Colérico: Virtudes: força de vontade firme, prático, líder, otimista.Fraquezas: violento, cruel, impetuoso, auto-suficiente.
Melancólico: Virtudes: sensível, amigo fiel, responsável, analítico.Fraquezas: egocêntrico, pessimista, vingativo, inconstante.
Fleumático: Virtudes: bem-humorado, digno de confiança, prático, eficiente. Fraquezas: indiferente, provocador, indeciso, obstinado.
Essas são algumas tendências de cada temperamento, mas independente delas, o Espírito Santo quer que o fruto dele seja manifesto em nossas vidas.
Deus não pensa em nos deixar sem personalidade ou algo parecido, a vontade dele é que as virtudes do nosso temperamento venham sobressair sobre as fraquezas. Quando vamos conseguir "converter" nosso temperamento? A resposta é simples: Sendo pleno do Espírito!
"Não vos embriagueis com vinho, fonte de desregramento, mas enchei-vos do Espírito". (Efésios 5.18).
Observe então cinco orientações para sentir-se pleno do Espírito Santo e CONTROLAR SEU TEMPERAMENTO. Vamos citá-las aqui:
• Auto-análise – Atos 28.20 diz "Cuidem de vocês mesmos...". "... a sua auto-análise lhe indicará as áreas em que está deficiente e lhe revelará o pecado que as origina".
• Confissão de todo pecado conhecido. - "Se confessarmos nossos pecados, fiel e justo é Ele para perdoar-nos e purificar-nos de toda iniqüidade". (I João 1.9).
• Submissão completa a Deus. – Romanos 6.11-13 - "Para sentir-se pleno do Espírito Santo, o individuo deve pôr-se inteiramente a disposição de Deus para fazer qualquer coisa que o Espírito Santo ordene, faça o que é certo e correto e agrade Deus".
Não espere sentimentos, não aguarde nenhum sinal externo, mas una sua fé à Palavra de Deus que é independente do sentimento". Podemos ser pessoas melhores se quisermos.
Vemos que as mudanças em nosso temperamento, a vitória sobre nossas fraquezas, exigem um incansável esforço de nossa parte, muito mais de nós e muito menos de Deus - Somos nós que fazemos as escolhas...