segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

O DISCÍPULO


O DISCÍPULO 


O DISCÍPULO É ALGUÉM PARA O QUAL JESUS É A PRIORIDADE ABSOLUTA.


Vivemos em tempos de materialismo religioso. Explico. Trata-se de uma sociedade onde a grande prioridade é ter, possuir a corrida do consumo, é o grande anseio da alma das pessoas. O mercado tornou-se uma grande divindade; atender suas exigências tornou-se a grande cerimônia religiosa dos nossos dias. Alcançar o bem material desejado torna-se uma grande compensação. As igrejas se rendem a ele.

A salvação é a prosperidade, é o possuir um negócio próprio, uma casa, um carro. Não consigo ouvir em nenhum dos testemunhos contemporâneos na televisão a genuína alegria de encontrar Cristo, e a esperança da eternidade com Deus. Está tudo descrito em bens materiais.

Deus é instrumentalizado para o consumo, e, com isso, Deus, também, foi posto ao serviço do mercado. Está certo isso? Estaria salva uma pessoa que tendo aceitado Jesus continuasse desempregada? Segundo algumas teologias, a resposta seria não.

Mas qual é a teologia dos Evangelhos? Antes de responder, deixem-me citar o Pr. David Wilkerson: “Acredite ou não, muitas pessoas de bem que estão envolvidas em realizar empreendimentos maravilhosos, não irão para o céu. Pior que isso; muitos que se consideram cristãos e estão convencidos de que irão para o céu ficarão de fora, mesmo não estando envolvidos em pecados grosseiros como pornografia, e outros moralmente condenáveis”.

O que tem a ver esta afirmação de David Wilkerson com o que falávamos? Simples, Jesus não é uma opção religiosa, entre diversos outros que o mercado oferece, quase sempre segundo o conceito: O que eu ganho com isto?

Jesus nos ensinou: “Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade.” (Mt 7.22-23).

A salvação no Evangelho pode representar a renúncia às posses, como foi no caso de Zaqueu: “Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. Então, Jesus lhe disse: Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão.”(Lc 19.8-9). Aqui, fica claro que é Jesus como autor da salvação que espera que tiremos do nosso coração nossos ídolos; aquilo que mais almejamos deve dar lugar a ELE. Zaqueu perdeu a riqueza para ganhar Cristo e a Salvação. O contrário do jovem rico (cf. Lc 19.18-23).

Por isso a religião de Cristo rompe com o mercado, o consumo. Quantas vezes temos deixado de ofertar a missões, a projetos sociais porque estamos economizando para comprar um vestido novo, um carro mais novo, ou mesmo um aparelho de televisão? Ou como igreja local priorizamos uma guitarra nova a investir na congregação da periferia, ou mesmo ajudar famílias mais carentes. Vede o ensino do discurso missionário de Jesus. (Cf. Mt 10.5-10).

Assim, o discípulo, sua salvação está relacionada à afirmação de Jesus no Sermão do Monte: “Buscai, pois, em primeiro lugar o seu reino e a sua justiça, e todas estas cousas vos serão acrescentadas.” (cf. Mt 6.33).

Sim, seguir o ensino de Jesus conforme viveu Paulo: “Logo já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” (Gl 2.20).

Sim, Jesus como prioridade, fé centrada nele, valores orientados por seu Evangelho e uma viva dependência de sua graça salvadora são caminhos da salvação.
         
Escrito por Paulo Lockmann

O ESPÍRITO TESTIFICA QUE SOMOS FILHOS


O ESPÍRITO TESTIFICA QUE SOMOS FILHOS


Aba, Pai. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai.


O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo; se com Ele sofremos, também com Ele seremos glorificados. Romanos 8:15-17.

Mateus 6:26 nos diz que Deus é Pai, 'vosso Pai Celestial'. Isto é emocionante.

A realidade de Deus ser Pai de cada cristão é um dos grandes e recorrentes temas do Sermão do Monte.

Todos quantos nasceram de novo foram adotados na família de Deus.

Essas pessoas renunciaram a seu antigo pai e a seus hábitos pecaminosos e aceitaram a Deus como Pai. Passaram a fazer parte da grande família dos redimidos. Estão, portanto, em condições de chamar Deus de 'Aba, Pai'.

Aqueles que ainda têm o diabo como pai não podem fazer isso. 'Aba' é um termo carinhoso, como a palavra 'papai' em português. Que maravilha!

O Deus do Universo é meu Papai. Não admira que eu não precise me preocupar. Não admira que eu não tenha temor. Deus é Aba para mim. Esse fato fornece a base da confiança.

Contudo, Deus não tem apenas a proximidade de um papai; Ele também possui o poder de um Criador. Foi Ele quem trouxe os mundos à existência. 'Os céus por Sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de Sua boca, o exército deles.'

Sal. 33:6. 'Pois Ele falou, e tudo se fez; Ele ordenou, e tudo passou a existir.' Verso 9.

Nosso Aba também é o poderoso Criador das aves e das flores. Essa é a razão por que não devo me preocupar. Ele tem a proximidade de um papai e o poder de um Deus galáctico. Que Senhor!

Mas isso não é tudo. Nosso Aba Criador também tem o coração de um redentor. Ele nos amou tanto que deu Seu Filho para morrer em nosso lugar, a fim de que tivéssemos vida eterna.

Este é o Deus a quem servimos. Ele é Papai, Criador e Redentor, tudo de uma vez.

Seu cuidado por nós não se limita apenas à esfera espiritual; abrange também nosso vestuário e sustento de cada dia.

Quem pode ficar ansioso tendo tal Senhor como amigo?

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

A SEMENTE DA HONESTIDADE



A SEMENTE DA HONESTIDADE

Conta-se que por volta do ano 250 a.c, na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar.

Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta.

No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.

Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula :

- Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.

E a filha respondeu :

- Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz.

À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio :

- Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.

A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc...

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.

Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido.

Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado.

Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que,independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.

Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores.

Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.

Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção.

Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.

As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado.

Então, calmamente o príncipe esclareceu:

- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.

A honestidade, a sinceridade, a verdade e a boa conduta é como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a cultiva e espalha claridade ao redor

- Que esta nos sirva de lição e independente de tudo e todas as situações vergonhosas que nos rodeiam , possamos ser luz para aqueles que nos cercam .

- Aproveitem e leiam : Efésios 5.9 ( pois o fruto da luz está ....) e Mateus 5.16 (Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para ...)

Esta lição serve para aqueles que desejam viver na sinceridade, na bondade e na honestidade, sem más intenções, porque vale a pena fazer o melhor, fazer só o bem, assim seus sonhos serão realizados, Deus concederá os desejos do seu coração

Jesus disse aos seus seguidores: Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna.
(Mateus 5:37)

PROCEDIMENTOS E CONDUTAS SÉRIAS, HONESTAS E SINCERAS NA VIDA DE UM CRISTÃO É TUDO!

A IGREJA E JESUS



JESUS E A IGREJA 

E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? 

E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas. Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou?

E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus.

Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;

E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus. Então mandou aos seus discípulos que a ninguém dissessem que ele era Jesus o Cristo.

(Mateus 16:13-20)

Neste estudo vamos enfocar a igreja. Sendo um ponto fundamental da doutrina cristã, líderes religiosos têm feito um esforço muito grande no sentido de tornar mais clara a compreensão que se precisa ter de Igreja.

Vamos ver o que a Bíblia ensina sobre este edificante tema, tendo em mente que não se trata de denominação, mas da Igreja de abrangência universal, fundada por Jesus.

I - SIGNIFICADO DE IGREJA

A igreja é composta por aqueles que se submeteram ao senhorio de Jesus.

Na língua original do NT, o termo igreja (ekklesia) significa “chamados para fora”, aludindo à saída do povo que nas cidades gregas eram convocados para sair de suas casas para se reunir em assembléias populares.

Em nossa língua “Igreja” (do latim, eclesia) significa um ajuntamento ou reunião de pessoas.

No Novo Testamento a palavra é citada 115 vezes, sendo que a primeira vez foi Jesus quem a mencionou, no texto de Mateus 16:18.

“Chamados para fora” é um significado que liga a Igreja a um clima missionário.

Em João 15: 16. Jesus começa explicando que não fomos nós quem escolhemos a Ele, aludindo à incapacidade humana para enxergar os planos de salvação divina.

Em seguida Ele declara que nos escolheu, confirmando o que fora feito aos discípulos. Por último Ele, então, explica que nos designou para que fôssemos e déssemos frutos e estes frutos permanecessem.

Quando Ele diz que nos escolheu, Ele está nos “chamando”; quando diz que fez isto para que fôssemos (vades), Ele está nos tirando para fora de nossas casas ou de nossos aconchegos pessoais; quando Ele diz que esta saída era para dar fruto, está confirmando que a Igreja é chamada para a maior tarefa de todos os tempos: levar avante o evangelho a toda a terra, antes que venha o fim (Mateus 24:14).

NÃO AMEIS O MUNDO




NÃO AMEIS O MUNDO 


“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” (1 João 2.15-17).

Todo cuidado com o mundo é pouco:

Como coisas e assuntos mundanos, todo o círculo de bens, talentos, riquezas, vantagens e prazeres mundanos que embora vazios e transitórios, excitam nossos desejos e nos afastam de Deus, sendo pois obstáculo à sua Obra

2 – No princípio Deus criou o universo (Kosmos) e a terra fazia parte deste universo, nela Deus colocou o homem que era puro e inocente.

Não se vê nenhuma menção acerca do “mundo”, como o conhecemos hoje, neste universo criado por Deus.

No entanto, quando o homem pecou contra o Senhor, através de sua desobediência, o inimigo encontrou a porta aberta para introduzir no universo criado por Deus e na vida do homem, o seu sistema mundano de coisas que foi se desenvolvendo com o passar do tempo, progredindo em direção ao seu próprio interesse até chegar ao estado que se vê hoje em dia.

Assim o adversário criou um sistema de coisas cujo príncipe e soberanos é ele mesmo.

No livro de Gênesis não encontramos no Jardim do Éden qualquer menção à tecnologia ou instrumentos mecânicos.

Após a queda, porém, vemos surgir entre os descendentes de Caim alguém lidando com instrumentos cortantes de ferro e bronze.

Depois outro começa a desenvolver a música e as artes, e ainda outro envolvido com a agricultura e a pecuária 
– Gênesis 4: 20 – 22.

3 – As bases ou fundamentos deste sistema mundano criado pelo adversário são basicamente três, que são:

A concupiscência da carne;

A concupiscência dos olhos; e

A soberba da vida.

Estas três formas de opressão são usadas pelo inimigo desde o princípio até os dias de hoje para prender o homem e escravizá-lo no seu sistema.

A Bíblia mostra que no Jardim do Éden o inimigo procurou envolver Adão e Eva nestas três coisas, e obteve êxito.

Mais tarde, tentou fazer o mesmo com o Senhor Jesus e foi derrotado.

Hoje em dia tudo no mundo gira em torno destas três coisas fundamentais.

O inimigo mantém o homem escravizado dentro de uma ou de todas estas esferas, as quais por sua vez se apresentam através de facetas múltiplas, compondo assim um sistema hostil e de tendências contrárias a Deus e à sua vontade.

Por isso o Senhor nos alerta solenemente: “Não ameis o mundo, nem o que nele há...”

Tudo que existe neste sistema, por mais inocente que pareça ser, pertence ao mundo e está sendo controlado pela mente maligna do inimigo.

Se fizermos um exame minucioso, vamos descobrir que coisas tais como: música, artes (teatro, cinema, pintura, etc.), religião, educação, ciências, etc. fazem parte do sistema mundano e caminham numa direção oposta ao Senhor e favorável ao adversário.

4 – Quando Jesus entrou em Jerusalém montado num jumentinho, a multidão que o seguia e louvava, pensava que Ele iria libertar Israel do jugo de Roma.

Mas o Senhor ao invés de confirmar esta expectativa, falou claramente acerca de sua morte na cruz ainda naqueles dias.

Para muitos foi uma decepção ouvir aquelas palavras, mas Jesus estava trazendo a todos uma maravilhosa esperança; sólida e firme.

Ele estava anunciando uma mudança de domínio, mais radical e abrangente do que aquela que era esperada pelo povo de Israel.

Jesus afirmou solenemente que através de sua morte e ressurreição, iria julgar o mundo e expulsar o seu príncipe – Jo 12: 31, 32.

O grão de trigo iria cair na terra e produzir uma nova geração de homens e mulheres que não seriam mais escravos daquele sistema maligno que os dominava, mas seriam participantes de um novo reino de justiça, baseado na livre aliança com o Senhor.

Através de cordas de amor, seus corações seriam atraídos para longe daquele mundo sob julgamento, para o lado de Jesus, o qual, embora tenha sido levantado para morrer, por esse mesmo ato foi levantado para reinar.

Desta forma o mundo como sistema hostil a Deus teve o seu julgamento.

Isto não quer dizer que a terra e seus habitantes foram julgados naquele momento; para eles o juízo ainda está por vir.

5 – É através da salvação que nós escapamos do mundo. Para muitos salvação significa livramento do inferno para viver no céu, ou libertar-se do pecado para viver em santidade.

Mas salvação significa algo mais além do que isto. Muitos afirmam que “uma vez salvos, salvos para sempre”, mas isso é um terrível engano.

A salvação é algo dinâmico, que deve se renovar a cada instante. Não se trata simplesmente de uma questão de inferno evitado ou de pecados perdoados, mas precisa ser encarado mais em termos de um sistema do qual saímos.

Quando somos salvos, fazemos nosso êxodo de um mundo inteiro cujo dominador é o próprio adversário, para outro cujo Senhor é Jesus – Cl 1: 13.

Vejamos o exemplo do povo de Israel no Egito, que é tipo do mundo.

Eles foram literalmente tirados de lá pela mão de Deus, para caminharem em direção à Terra Prometida. Já no deserto o Senhor se revelou e com eles fez aliança.

Muitos morreram no deserto porque mantiveram seus corações no Egito. Somente aqueles que saíram de fato, conseguiram se salvar realmente.

Desta forma entendemos que salvação significa sair deste domínio, deste sistema corrupto e organizado que se opõe à Obra do Senhor.

Muitos hoje confessam que crêem em Jesus, mas permanecem totalmente ou parcialmente envolvidos com o mundo, refugiando-se numa religião sem perceber que ela mesmo faz parte deste sistema, pois onde quer que o poder natural do homem domine, existe neste sistema um elemento sob a inspiração do inimigo.

O apóstolo Paulo disse: “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento” – Rom 12: 2.

Salvação é isto; é não pertencer ao padrão de coisas do adversário, é colocar o coração naquilo que é de Deus, é tomar como objetivo seu propósito eterno em Jesus, é caminhar para este propósito e ser liberto a todo instante do domínio e influência do mundo e de tudo o que nele há, pois o mundo passa, e a sua concupiscência; mas o que faz a vontade de Deus permanece para sempre.

CONCLUSÃO – A palavra usada no grego para designar a igreja é EKKLESIA, que é a junção do termo EK = para fora de, com o termo KLESIA = chamada.

Assim vemos que a verdadeira igreja é aquela que foi chamada para fora do mundo, isto é, foi separada do sistema mundano para pertencer e servir ao Senhor Jesus.

JESUS AMA SUA IGREJA



JESUS AMA SUA IGREJA

O relacionamento de Jesus com sua Igreja tem um caráter bastante protetor e afetivo.

a) Em João 17: 15 temos uma referência à afetividade de Jesus quando Ele diz: “Não peço que os tires do mundo; e, sim, que os guardes do mal". Jesus, na dedicação que já possuía pelos seus, rogava carinhosamente ao Pai que os livrasse do mal, ao mesmo tempo em que pediu nossa não retirada do mundo, entendendo, é claro, a necessidade de nos manter aqui a seu serviço.

b) Em Efésios 5: 23-30, temos uma comparação amorosa de Jesus, num outro vislumbre de seu relacionamento afetivo com a igreja. Paulo compara a Igreja a uma mulher em sua submissão ao marido e vice-versa.

Muito embora este texto aborde mais precisamente o lar cristão, ele nos permite ver como Jesus considera sua Igreja e seu cuidado por ela.

Notem que com respeito ao marido e seu domínio sobre a mulher, Jesus é apontado por Paulo como “cabeça” da igreja. Colossenses 1:18.

O verso 25 de Efésios 5 afirma que os maridos devem amar as suas mulheres, assim como Cristo “amou” a sua Igreja e a si mesmo se entregou por ela. Não há dúvida sobre o grande amor de Jesus por sua Igreja.

JESUS, O FUNDAMENTO DA IGREJA

O texto básico desta lição é o episódio de Pedro e sua confissão vibrante a Jesus.

Veja que Jesus fez duas perguntas em Mateus 16:13-16.

Primeiro, Jesus faz uma espécie de pesquisa, algo que tomo a liberdade de classificar como a pergunta do missionário: “O que diz o povo ser o Filho do homem?”

Seria, o mesmo que perguntar: “qual tem sido a concepção do povo a meu respeito?”

“Será que eles sabem quem sou eu?”

Em seguida, Ele deseja saber a opinião sobre o mesmo assunto mas agora dos discípulos: “e vós, quem dizeis que eu sou?“

Destas duas perguntas de Jesus, depende o que vamos entender por Igreja porque, se eu estou fazendo algo para Jesus, sem convicção do meu empenho, então estou enganando a mim mesmo e me deixando lesar tolamente.

Preciso saber onde estou com os pés e que concepção tenho de Cristo, antes de querer que os outros saibam sobre ele.

Quando Pedro declarou a divindade de Jesus, sendo felicitado pelo Mestre, foi feita a referência à pedra que ele representava por sua FÉ em Jesus.

Mas não há aqui nem de longe qualquer fundamento para a instituição do papado que a Igreja católica ensina.

A verdade aqui é bem diferente: Jesus estava declarando a Pedro que era bendita a sua firmeza e convicção sobre o próprio Jesus.

Não há nenhuma dúvida sobre quem seria a pedra fundamental daquela meta, porque Jesus falava da fé de Pedro e de tantos outros que, como ele, pudessem crer na sua Pessoa.

Portanto, Jesus é a pedra principal, a pedra de esquina, e nós, os que cremos, somos “pedras edificadas espiritualmente, para o sacerdócio de Deus
(1 Pedro 2:5).

Paulo, numa abordagem sábia aos coríntios, fala àqueles cristãos orientando-os a respeito do fundamento único que é Cristo.

Ele diz que ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já foi posto, o qual é Cristo Jesus. I Cor. 3: 1. E, nesta admoestação, comenta sobre como devemos edificar sobre a fé em Jesus.

ALGUMAS RAZÕES POR QUE JESUS FUNDOU A IGREJA

Consideremos por que Jesus fundou sua Igreja:

a) Para que se santificasse.

O texto de Efésios 5: 26 declara: “Para que a santificasse, tendo-a purificado no meio da palavra“.

Notem que o “para”, que marca este verso, aponta o objetivo da relação amável entre Cristo e a Igreja.

E qual era?

A santificação e a purificação que ela precisa ter.

b) Para que fosse perfeita. A Igreja deve apresentar-se a Cristo como uma noiva sem mancha, nem ruga; gloriosa e sem defeito algum.

c) Para que fosse produtiva (João 15: 1-7).

Jesus quer a expansão do seu reino e com ele a salvação de todos os homens.

Daí a necessidade de evangelismo e do discipulado.

QUAL É O SEU TEMPERAMENTO?



QUAL É O SEU TEMPERAMENTO? 
O que é temperamento?
Temperamento é a combinação de características que afetam o comportamento. Mais de 400 anos antes de Cristo, Hipócrates criou a teoria de que existiam quatro temperamentos básicos.
Por ele (erroneamente) achar que o resultado dos temperamentos fosse devido a quatro fluidos orgânicos do nosso corpo, os classificou em: Sanguíneo (sangue), Colérico (bílis ou bílis colérica), Melancólico (melancolia ou bílis melancólica) e Fleumático (fleuma).
Enfatizando que ninguém possui apenas um temperamento. O que acontece é a predominância de um.
O apóstolo Paulo diz assim na sua carta aos Gálatas, capítulo 5.22:
"Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio...".
O Espírito Santo habita em nós (I Corintios 6.19), mas será que o fruto dele é manifesto em nossas vidas?
Podemos comprovar isso através do nosso temperamento.
Para ficar um pouco mais claro, vamos citar algumas virtudes e fraquezas (tendências) de cada temperamento – Extraídas do livro "Temperamento Controlado pelo Espírito".
Sangüíneo: Virtudes: vive o presente, é otimista, simpático, compassivo, sincero. Fraquezas: pouco prático e desorganizado, egoísta, emocionalmente instável.
Colérico: Virtudes: força de vontade firme, prático, líder, otimista.Fraquezas: violento, cruel, impetuoso, auto-suficiente.
Melancólico: Virtudes: sensível, amigo fiel, responsável, analítico.Fraquezas: egocêntrico, pessimista, vingativo, inconstante.
Fleumático: Virtudes: bem-humorado, digno de confiança, prático, eficiente. Fraquezas: indiferente, provocador, indeciso, obstinado.
Essas são algumas tendências de cada temperamento, mas independente delas, o Espírito Santo quer que o fruto dele seja manifesto em nossas vidas.
Deus não pensa em nos deixar sem personalidade ou algo parecido, a vontade dele é que as virtudes do nosso temperamento venham sobressair sobre as fraquezas. Quando vamos conseguir "converter" nosso temperamento? A resposta é simples: Sendo pleno do Espírito!
"Não vos embriagueis com vinho, fonte de desregramento, mas enchei-vos do Espírito". (Efésios 5.18).
Observe então cinco orientações para sentir-se pleno do Espírito Santo e CONTROLAR SEU TEMPERAMENTO. Vamos citá-las aqui:
• Auto-análise – Atos 28.20 diz "Cuidem de vocês mesmos...". "... a sua auto-análise lhe indicará as áreas em que está deficiente e lhe revelará o pecado que as origina".
• Confissão de todo pecado conhecido. - "Se confessarmos nossos pecados, fiel e justo é Ele para perdoar-nos e purificar-nos de toda iniqüidade". (I João 1.9).
• Submissão completa a Deus. – Romanos 6.11-13 - "Para sentir-se pleno do Espírito Santo, o individuo deve pôr-se inteiramente a disposição de Deus para fazer qualquer coisa que o Espírito Santo ordene, faça o que é certo e correto e agrade Deus".
Não espere sentimentos, não aguarde nenhum sinal externo, mas una sua fé à Palavra de Deus que é independente do sentimento". Podemos ser pessoas melhores se quisermos.
Vemos que as mudanças em nosso temperamento, a vitória sobre nossas fraquezas, exigem um incansável esforço de nossa parte, muito mais de nós e muito menos de Deus - Somos nós que fazemos as escolhas...

terça-feira, 27 de novembro de 2018

CURADO PARA SEMPRE



CURADO PARA SEMPRE


Deus é soberano. Ele pode conceder cura quando, onde, e a quem Ele quiser. Mas no momento em que a pessoa é curada, ela deve começar a encher-se da Palavra sem demora. A continuação da sua cura depende disso. O salmista escreveu:“Nunca me esquecerei dos teus preceitos; pois por eles me tens vivificado” (SI 119.93).

A Palavra de Deus nos dá vida e nos mantém vivos. Por isso é vital que você se encha constantemente da vida do Pai e não das forças destrutivas de Satanás. “Visto como pelo seu divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou por sua própria glória e virtude” (2Pe 1.3).

COMO VOCÊ OBTÉM ESSE CONHECIMENTO DELE? PELA SUA PALAVRA.

Quando o conhecimento de Deus penetra até o mais fundo do seu ser, Seu poder e Sua vida não deixam lugar para a doença. A Palavra de Deus permanece viva enquanto você a lê, ouve, e se associa com aqueles que amam. Por isso é importante permanecer na atmosfera da Palavra de Deus.

Existe uma grande diferença entre comer um hambúrguer e batatas fritas num restaurante de comida rápida e comer uma refeição saudável com sua família em casa. O ambiente faz a diferença, sem mencionar a qualidade dessa comida quanto ao valor nutritivo.

É vital que você encontre uma igreja que lhe dê o alimento sólido da Palavra de Deus. Tanto a sua saúde espiritual quanto a física estão em jogo.

SUA PARA SEMPRE
O Senhor não quer apenas que você receba cura. Ele quer que continue com saúde. Estes são sete meios específicos de manter a sua cura.

1. CONFIE EM DEUS. “Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!” (Jr 17.5). Essas são palavras duras e negativas, mas verdadeiras. A seguir lemos: “Bendito o varão que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor” (v.7).
Essas palavras são seguidas pela promessa de cura.“Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto”(v.8). Deus diz que se você confiar nEle, permanecerá sadio.

2. GUARDE A SUA PALAVRA. Vale a pena memorizar o conselho dado em Provérbios. “Filho meu, atenta para as minhas palavras: às minhas razões inclina o teu ouvido. Não as deixes apartar-se dos teus olhos; guarda-as no meio do teu coração. Porque são vida para os que as acham, e saúde para o seu corpo” (Pv 4.20-22).

3. CONFESSE AS SUAS FALTAS AOS OUTROS. A cura exige mais que a unção com óleo. As palavras de Tiago tornam isso claro. “Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor. E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Confessai, as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tg 5.14-16).

4. FALE A LINGUAGEM DE DEUS. “Há alguns cujas palavras são como pontas de espada, mas a língua dos sábios é medicina” (Pv 13.3). Se quiser viver em completa saúde, deve aprender a falar o que Deus fala. “O que guarda a sua boca conserva a sua alma...” (Pv 13.3).

5. ORE CONSTANTEMENTE. “O que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansa” (SI 91.1). O “esconderijo” é a oração. “Direi do Senhor: Ele é meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e Nele confiarei. Porque Ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa. Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo de suas asas estarás seguro: a sua verdade é escudo e broquel” (vv.2-4).

O salmista apresenta então uma tremenda promessa.“Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda. Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos” (vv.10,11).

6. RESISTA AO DIABO. “Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós...” (Tg 4.7-8). Como fazemos Satanás fugir? Submetendo-nos ao Senhor.

7. OBSERVE AS LEIS DA NATUREZA. Por que o Senhor deve continuar concedendo-lhe saúde, se você insiste em violar a Sua lei para a boa saúde? “Não sabeis vós que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo” (1 Co 3.16-17).

Ao manter essas sete regras para a saúde, você pode manter-se saudável e viver bem.

Extraído do livro Senhor, Preciso de um milagre de Benny Hinn

JURAMENTOS



O JURAMENTO É PROIBIDO OU É ABENÇOADO?


Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis, nem pelo céu, nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; mas que a vossa palavra seja sim, sim, e não, não; para que não caiais em condenação.Tiago 5.12

Esse e muitos outros versículos (cf. Os 4.2; Mt 5.33-37) condenam o juramento. Ainda Tiago diz: “Acima de tudo, porém, meus irmãos, não jureis nem pelo céu, nem pela terra, nem por qualquer outro voto”. Jesus tinha dito a mesma coisa, a saber: “de modo algum jureis; nem pelo céu… nem pela terra” (Mt 5.34-35).

Por outro lado, há muitas passagens na Bíblia que falam de juramentos abençoados por Deus (cf. n 21.24; Dt 6.13).

De fato, anjos fizeram juramentos (Ap 10.5-6), como o próprio Deus o fez (Hb 6.13).

Obviamente há um bom e um mau sentido no ato de jurar, que podem ser contrastados da seguinte maneira:

BONS JURAMENTOS

Verdadeiros, para o bem, sagrados, significativos, sérios, judiciais

MAUS JURAMENTOS

Falsos, para o mal, profanos, vãos, frívolos, secretos

Nada há na Bíblia que condene o juramento feito num tribunal para dizer a verdade, toda a verdade, e nada além da verdade, e assim ajude-me Deus”.

Por outro lado, juramentos secretos, feitos em organizações de fraternidades, que são contrárias à Palavra de Deus, são proibidos pelos textos citados acima.

Até mesmo Jesus submeteu-se a ser posto sob juramento perante o sumo sacerdote no seu julgamento (Mt 26.63).

Extraído do livro MANUAL POPULAR de Dúvidas, Enigmas e “Contradições” da Bíblia. Norman Geisler – Thomas Howe

sábado, 24 de novembro de 2018

O INFERNO (PARTE 02)



O INFERNO (PARTE 02)
Existem lugares belíssimos no planeta terra, lugares lindos com imagens espetaculares e também há lugares terríveis e com aspectos horrorosos
Mas, tudo o que há na terra, nada se compara ao inferno
Inferno é um lugar espiritual, não pode ser visto com olhos humanos
Algumas pessoas dizem: "Estou vivendo um inferno" e isto é dito com a maior normalidade, como se fosse um sentimento físico emocional muito ruím, literalmente a pessoa se encontra num inferno astral
Inferno não é um sentimento, é um lugar
Imagine como era o GEENA, o grande lixão em Jerusalém nos TEMPOS ANTIGO
Geena refere-se ao vale de Hinom, fora das muralhas de Jerusalém.
Este vale era usado como depósito de lixo, onde se lançavam os cadáveres de pessoas que eram consideradas indignas, restos de animais, e toda outra espécie de imundície.
Usava-se enxofre para manter o fogo aceso e queimar o lixo.
Jesus usou este vale como símbolo da destruição eterna.
Muitos associam a Geena com o Lago de Fogo de Apocalipse 20: 14, que é dito significar a segunda morte.
Geena era uma palavra grega literalmente, também conhecido como ("Vale do Filho de Hinom") é um vale em torno da Cidade Antiga de Jerusalém, e que veio a tornar-se um grande depósito onde o lixo era incinerado.
Atualmente é conhecido como Uádi er-Rababi.
GEENA era um lugar onde o fogo nunca se apagava - tudo que era lixo, tudo o que era inutilizado ia pra lá
O inferno é um lugar típico, muito parecido com o Geena, local que também o fogo não se apaga, criado para aprisionar o diabo e seus anjos
É fácil entender agora o que Jesus quis dizer sobre o INFERNO:
Se a sua mão o fizer tropeçar, corte-a. É melhor entrar na vida mutilado do que, tendo as duas mãos, ir para o inferno, onde o fogo nunca se apaga, onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga.
E se o seu pé o fizer tropeçar, corte-o. É melhor entrar na vida aleijado do que, tendo os dois pés, ser lançado no inferno.
onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga.
E se o seu olho o fizer tropeçar, arranque-o. É melhor entrar no Reino de Deus com um só olho do que, tendo os dois olhos, ser lançado no inferno, onde ‘o seu verme não morre, e o fogo não se apaga’.
Cada um será salgado com fogo.
"O sal é bom, mas se deixar de ser salgado, como restaurar o seu sabor? Tenham sal em vocês mesmos e vivam em paz uns com os outros". (Marcos 9:43-50)
INFERNO é um assunto muito sério
O TEMPO DO JULGAMENTO pode estar mais próximo do que imaginamos, e começa pelos crentes
Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade. E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes.
(Mateus 13:41,42)
Igualmente o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanha toda a qualidade de peixes.
E, estando cheia, a puxam para a praia; e, assentando-se, apanham para os cestos os bons; os ruins, porém, lançam fora. Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos, e separarão os maus de entre os justos,
E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes. (Mateus 13:47-50)
Este mar de gente onde estamos inseridos no planeta terra, será alvo da grande pescaria de Jesus
A rede vai apanhar todo tipo de pessoa, os bons serão selecionados e os ruíns serão jogados fora da rede, provavelmente porque serão pessoas sem proveito, inutilizados, portanto vão parar no lixão, provavelmente não servirá pra nada
Lamentavelmente as pessoas que praticam o mal, praticam iniquidade vão para o inferno
Logicamente que Deus não queria isso, o único propósito do inferno era aprisionar somente o diabo e seus demônios
O problema, muitas vezes, é que Deus tem um caso de amor com a humanidade, amor que não é correspondido
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.
E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus.
(João 3:16-21)
Se o ser humano recusa o amor de Deus, vai viver desamparado, vai perecer, vai percorrer o caminho para o inferno
Deus não deixou outra opção. Deus é amor, mas também é justiça
Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo; E não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, a oitava pessoa, o pregoeiro da justiça, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios;
E condenou à destruição as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente; E livrou o justo Ló, enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis
(Porque este justo, habitando entre eles, afligia todos os dias a sua alma justa, por isso via e ouvia sobre as suas obras injustas);
Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados; Mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as autoridades; atrevidos, obstinados, não receando blasfemar das dignidades;
Enquanto os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor.
Mas estes, como animais irracionais, que seguem a natureza, feitos para serem presos e mortos, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção,
Recebendo o galardão da injustiça; pois que tais homens têm prazer nos deleites quotidianos; nódoas são eles e máculas, deleitando-se em seus enganos, quando se banqueteiam convosco; Tendo os olhos cheios de adultério, e não cessando de pecar, engodando as almas inconstantes, tendo o coração exercitado na avareza, filhos de maldição;
Os quais, deixando o caminho direito, erraram seguindo o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça;
Mas teve a repreensão da sua transgressão; o mudo jumento, falando com voz humana, impediu a loucura do profeta.
Estes são fontes sem água, nuvens levadas pela força do vento, para os quais a escuridão das trevas eternamente se reserva.
(2 Pedro 2:4-17)
A única forma de escapar da punição eterna é o temor a Deus
Quem tem temor a Deus, O respeita, O honra e Lhe obedece
Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes, tenham medo daquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno. (Mateus 10:28)
Se continuarmos em práticas pecaminosas, as Escrituras afirmam e o destino é certo: LAGO DE FOGO E ENXOFRE -p lugar terrível onde o fogo não se apaga
Vigie! Prepare-se! fique no foco da salvação!
Procure viver uma vida de santidade!
Em todo o tempo sejam alvas as tuas roupas, e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça. (Eclesiastes 9:8)
Continua na próxima mensagem.... INFERNO - PARTE 3
escrito por paulo cezar gomes de souza