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COMO DINAMIZAR A
IGREJA
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Nesta virada do milênio, há um enorme desafio aos pastores e outros
líderes
de igrejas locais em relação ao seu desempenho. Há uma
preocupação com o
crescimento, com os resultados, de tal forma, que
existem os que fazem de
tudo, utilizando-se de todo o tipo de "marketing"
para conseguir o
crescimento, buscando um dinamismo a todo custo.
Enfatizamos
a igreja local, visto que a Igreja com "I" maiúsculo, a Igreja
de
Cristo, esta já é dinâmica, pela sua própria natureza. Haja vista que,
ao
longo de dois milênios, as "portas do inferno" não conseguiram
prevalecer contra Ela, conforme profetizou Jesus Cristo. Desejamos
contribuir
para a reflexão sobre o tema, sem a pretensão de esgotar
o assunto.
O QUE É DINAMIZAR
Se olharmos o significado da palavra dinamizar, verificamos que quer
dizer
"Tornar dinâmico", ou seja, fazer com que algo tenha muita
atividade
e movimento, enérgico ou diligente.
Vem
de dínamo, que corresponde a uma "máquina dínamo elétrica; gerador
que
transforma a energia mecânica em elétrica".
Aplicando
essas definições à vida cristã, entende-se que dinamizar uma
igreja significa
emprestar-lhe um caráter ativo, cheio de energia, de
vitalidade, de
movimento, em suas atividades espirituais e administrativas.
Esses conceitos, adquiridos da visão moderna de organização, faz com
que
muitos considerem a igreja local como se fosse uma empresa,
e seus pastores
como se fossem administradores de organizações que
têm que mostrar
resultados.
Já
vimos o caso de uma congregação que quase foi fechada porque não
dava
"retorno". É que o número de congregados, em um ano, era tão
pequeno, que as contribuições não davam para pagar o aluguel, a luz e
a água
do prédio, e alguém, com mentalidade imediatista, sugeriu seu fechamento e a
mudança dos bancos para outro lugar.
Só
não deixou de funcionar porque alguém lembrou que igreja não é
mercearia ou
firma, que tem que dar "lucro". E graças a Deus, hoje, é um grande
e próspero trabalho. Não devemos esquecer que "nem o que planta é alguma
coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento" (1 Co 3.7).
O DINAMISMO ESPIRITUAL
Em termos espirituais, a igreja é um organismo vivo, um corpo místico,
do
qual Cristo é a cabeça.
Está
escrito: "Porque assim como em um corpo temos muitos membros,
e nem
todos os membros têm a mesma operação, assim nós, que somos muitos, somos um
só corpo em Cristo, mas individualmente somos
membros uns dos outros"
(Rm 12.4,5); "Ora, vós sois o corpo de Cristo
e seus membros em
particular" (1 Co 12.27). Não podemos perder
essa visão.
Tudo
tem que começar pelo espiritual, e terminar pelo espiritual.
A parte humana é
meio e não fim.
Em
termos humanos, não obstante a igreja não ser uma empresa, no
sentido estrito
do termo, e sim, uma organização, necessário se faz que a mesma tenha
dinamismo, dentro das condições em que ela se situe.
Uma igreja, num país
muçulmano, não pode ter o mesmo desempenho que
uma igreja no Brasil, onde,
pela graça de Deus, existe liberdade religiosa.
Na
Europa, onde se verifica um grande esfriamento espiritual, uma igreja
local
com 50 membros é um sucesso. No Brasil, é uma pequena congregação.
O dínamo do Espírito Santo
O dinamismo mais importante que uma igreja precisa experimentar é o dinamismo
espiritual. O espírito Santo é o dínamo, que movimenta a igreja. Sem Sua ação
é impossível movimentá-la de acordo com a vontade de Deus.
Nos
dias em que vivemos, na transição do milênio, nota-se que, em grande parte
das igrejas, há uma grande carência do poder movimentador do Espirito Santo.
Parece que a influência do mundo tem amortecido ou dificultado a presença do
Espírito em muitas igrejas locais.
Certo obreiro utilizou-se de Jeremias 6.29 para ilustrar o que está
acontecendo com muitas igrejas evangélicas. Ali, está escrito: "Já o
fole se queimou, o chumbo se consumiu com o fogo; em vão vai fundindo o
fundidor tão diligentemente, pois os maus não são arrancados".
Sem
a integridade do fole, é impossível soprar as brasas, no fogo que funde o
metal. Assim, quando a igreja não tem mais a integridade do "fole"
do Espírito, com seu sopro de poder renovador e moldador de vidas, que são a
sua matéria prima, em vão se trabalha na obra.
Com
isso, prevalecem os maus, os que não têm interesse em ver a obra do Senhor
crescer de modo dinâmico e pujante.
Nota-se que existe uma movimentação enérgica, quase frenética, em termos da
eventos movidos pela técnica , e até pela pirotecnia. Haja vista os chamados
"shows", em que igrejas, salões ou estádios ficam cheios de gente
em busca de movimento humano. Mas o dinamismo espiritual não passa por tais
movimentos, em que o homem, o pastor, o pregador e muito menos "o
artista" crente são o centro das atenções.
A finalidade do Espirito Santo é glorificar a Cristo (cf. Jo 16.14). Ele
jamais atua ou dinamiza uma igreja em que o homem é o centro, a exemplo da
igreja de Laodicéia, que se caracterizava pelo "governo do homem",
pela afirmação dos "direitos do povo", ou "direitos
humanos", em que o homem era o centro de tudo. O humanismo, de mãos
dadas com o liberalismo, tem promovido um falso avivamento em muitas igrejas.
O Espírito Santo é o dinamizador por excelência
Quando Jesus estava para partir de volta aos céus, Ele ordenou aos discípulos
que permanecessem em Jerusalém, até que do alto fossem revestidos de poder
(Lc 24.49). Já haviam estado com Cristo, já haviam presenciado milagres e
sinais, já haviam tido a experiência de demonstrar o poder de Deus, a ponto
de , retornando de uma jornada evangelística, dizerem admirados a Cristo:
"Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam" (Lc
10.17). Mesmo assim, precisavam esperar o derramamento do Espírito Santo, que
ocorreu dias depois, conforme o relato de Atos 2.
O batismo com o Espírito Santo foi o diferencial entre a igreja deixada por
Cristo e as velhas estruturas do judaísmo e de outras religiões e movimentos filosóficos
conhecidos, que não tinham poder para a transformação das vidas e da
sociedade.
Ação do Espírito Santo, na igreja primitiva, fez-se sentir de modo
tão marcante, que podemos encontrar nas páginas do NT o efeito dinâmico do
poder de Deus.
Em Atos 2.41-47, vemos o modelo eclesiástico ideal para todos
os tempos, com as devidas adaptações. Houve decisões de almas e não apenas o
levantar de mãos, de modo que "quase três mil almas" se agregaram à
igreja. Havia doutrina, comunhão, orações.
Havia temor de Deus , e o povo podia ver os milagres acontecerem com
maravilhas e sinais que se faziam pelos apóstolos.
A cura de um homem coxo
(Atos 3) fez o povo reconhecer que algo novo havia surgido naqueles dias,
através de homens simples e desprovidos de grande cultura. O poder era tão
grande que abalou as estruturas religiosas enferrujadas dos líderes do
sinédrio, e o inferno se levantou contra a novel igreja.
Mas a mão de Deus os
libertou, "E, tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam
reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a
palavra de Deus" (Atos 4.31).
Diante disso, não temos dúvida de que, se uma igreja local precisa de
dinamismo, é necessário que seus líderes, juntamente com os crentes, procurem
seguir o modelo deixado por Cristo, bucando o poder dinâmico do Espírito
Santo em seu meio, não se deixando dominar pelo vírus do modernismo
liberalista.
Elinaldo Renovato de Lima
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sábado, 11 de abril de 2015
COMO DINAMIZAR UMA IGREJA
domingo, 5 de abril de 2015
DEPRESSÃO, SUICÍDIO E SALVAÇÃO
DEPRESSÃO,
SUICÍDIO E SALVAÇÃO
O mundo perde a guerra para o suicídio.
Não é recomendado compartilhar dados sobre suicídio, nos últimos tempos, muitos ocorrem e nada pode ser feito
O que os cristãos podem fazer, além de orar e dar conselhos alguém que passa por crises existenciais?
Creio não haver respostas para as indagações quanto aos motivos que levam uma pessoa ao suicídio.
O assunto também é inesgotável. Todavia, podemos contar com o parecer científico de psicólogos, médicos, pesquisadores e, principalmente, com a visão bíblica a respeito. Mas a pergunta que sempre permanecerá é: Por quê?
Escrever sobre suicídio é uma tarefa bastante difícil, pois não existem motivos que justifiquem este ato. Por quê, por quê, perguntamos. E não encontramos respostas. Ou melhor, elas não existem.
O suicídio é uma separação extremamente abrupta. Nenhuma teoria seria capaz de explicar e desvendar os motivos que levam uma pessoa a se matar, a tirar a própria vida. O suicídio é um ato ambíguo (de insegurança), e suas razões, complexas. Obviamente, é impossível falar em suicídio sem falar em morte, os dois estão intimamente ligados. Impossível é também refletir sobre a vida sem deixar de pensar na morte.
De modo geral, pessoas há que, quando doentes, optam pela morte, recusando-se a viver. Muitas pessoas que sofreram rejeição na infância perdem, quando adultas, o interesse pela vida.
E há também o fato da inapetência infantil, decorrente desse mesmo abandono. E o que dizer daquelas que, por falta de perdão, guardam tamanha mágoa em seu interior que toma conta de todo o seu ser, daí entregam-se ao suicídio gradual, isto é, morrem lentamente.
Vemos pessoas tão exageradas na busca do prazer que, na verdade, estão atraindo sobre si a morte. O suicídio representa o grito da alma, uma denúncia. Tal denúncia pode ser individual ou coletiva.
Ninguém quer morrer, mas matar a dor que está dentro da alma
O que a bíblia fala sobre uma
pessoa depressiva cometer suicídio?
Acredito que nenhum ser humano possa responder
plenamente sobre este assunto, pois este tipo de julgamento pertence a Deus
(ver Ezequiel 18:30, 34:20, Mateus 16:27, Apocalipse 14:7, 22:12), o ÚNICO que
é capaz de sondar o íntimo de cada criatura (cf. Salmo 7:9, 17:3 e 139:1).
Não temos como avaliar plenamente até que
ponto um depressivo tem responsabilidades por seus atos na visão do Senhor.
Sabemos sim que Ele dá a todos nós forças para que cortemos maus pensamentos de modo que estes não venham a criar maus frutos (cf. Filipenses 4:8 e 13).
Sabemos sim que Ele dá a todos nós forças para que cortemos maus pensamentos de modo que estes não venham a criar maus frutos (cf. Filipenses 4:8 e 13).
Entretanto, é bom atentarmos para
o fato de que há diferentes fases na depressão, uma na qual a pessoa está sem
forças mentais para resistir ao desejo de se matar. Em Sua misericórdia, Deus
levará isso em conta, com certeza.
Assim, não podemos afirmar que alguém falecido
que cometeu suicídio vá perder-se. Só Deus o sabe. Até na Bíblia há um caso de
um suicida (Juízes 16:30) que foi salvo (Hebreus 11:32).
Deve-se ressaltar também que
ninguém será condenado por um ato isolado; isto significa que se alguém comete
suicídio, caso fosse reprovado, não o seria apenas porque se suicidou; outras
coisas teriam de ter sido levadas em conta para que fosse declarado tal destino
final para ele.
De algo tenho absoluta certeza: tudo o que
poderia ter sido feito para a sua salvação, o Espírito Santo o fez, e: Jesus
irá julgá-lo (João 5:22) da maneira mais justa que existe: “Deus é justo juiz…”
Salmo 7:11, primeira parte. “Os
rios batam palmas, e juntos cantem de júbilo os montes, na presença do SENHOR,
porque ele vem julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos, com
eqüidade.” Salmo 98:8-9.
Aliado a isto está o fato de a base de Seu
trono e justiça ser a misericórdia: “Compassivo e justo é o SENHOR; o nosso
Deus é misericordioso.” Salmo 116:5. “Acheguemo-nos, portanto, confiadamente,
junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para
socorro em ocasião oportuna.” Hebreus 4:16.
“Mas o que se gloriar, glorie-se
nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e
justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR.” Jeremias 9:24.
“Todas as veredas do SENHOR são misericórdia e verdade para os que guardam a
sua aliança e os seus testemunhos.”
Salmo 25:10. Sua compaixão é infinita:
“Pois a tua misericórdia se eleva até aos céus, e a tua fidelidade, até às
nuvens.” Salmo 57:10.
***
CRISTO NO SEU LUGAR
Cristo No Seu
Lugar
mensagem de Max Lucado
“Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados
sobre o madeiro,
a fim de que morrêssemos para os pecados e vivêssemos para a
justiça”
( Pedro 2:24 )
Parte superior do
formulário
Cristo No Seu
Lugar
mensagem de Max Lucado
“Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados
sobre o madeiro,
a fim de que morrêssemos para os pecados e vivêssemos para a
justiça”
( Pedro 2:24 )
Parte superior do
formulário
Parte inferior do
formulário
Posso falar sobre pecado? Eu poderia lembrar a você
e a mim mesmo que o nosso passado é recheado de explosões de raiva, manchado
com noites de paixão ilícita, e pintado de cobiça sem limites?
Que tal se o seu passado se tornou público?
Imagine
ficar em pé num palco enquanto um filme com cada segundo secreto e egoísta da
sua vida
é projetado numa tela por trás de você?
Você tentaria se esconder debaixo do tapete? Você
gritaria para
que os céus tivessem misericórdia? Será que você sentiria uma
fração …somente uma fração daquilo que Cristo sentiu na cruz?
O desgosto gelado
de um Deus que odeia pecado?
Você vê Cristo na cruz? Aquilo é um fofoqueiro
pendurado lá.
Vês Jesus? Sonegador. Mentiroso. Racista.
Vê o carpinteiro
crucificado?
Ele bate na mulher. Viciado em pornografia e assassino.
Está vendo menino de Belém? Chame-o pelos seus outros nomes
– Adolf Hitler, Osama bin
Laden, e Jeffery Dahmer.
Mas, espere aí, Max. Você não pode juntar Cristo
com estes
pecadores.
Não jogue o nome dele na mesma frase com aqueles!
Eu não o fiz. Foi ele que fez. De fato ele fez
muito mais. Mais do
que colocar o nome dele na mesma frase, ele se colocou no
mesmo
lugar. E no seu.
Com as mãos cravadas abertas, ele convidou Deus,
“Trate-me como
os trataria!” E Deus o fez. Num ato que quebrou o coração do
Pai, e
ao mesmo tempo honrou a santidade do céu, o julgamento que
lavou todo
pecado foi derramado sobre o filho inocente de Deus.
E o céu deu à terra seu melhor presente. O cordeiro
de Deus que
levou o pecado do mundo.
“Deus meu, Deus meu, porque me abandonaste?”
Por que Cristo clamou aquelas palavras?
Para que você nunca precise fazê-lo.
MAX LUCADO
quinta-feira, 2 de abril de 2015
O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE SUICÍDIO
O que diz a Bíblia a respeito do suicídio?
"Qual a visão cristã a respeito do suicídio? O que diz a Bíblia a respeito do suicídio?"
Resposta:A Bíblia menciona seis pessoas específicas que cometeram suicídio: Abimeleque (Juízes 9:54), Saul (1 Samuel 31:4), o escudeiro de Saul (1 Samuel 31:4-6), Aitofel (2 Samuel 17:23), Zinri (1 Reis 16:18) e Judas (Mateus 27:5).
Cinco deles eram homens pecadores e perversos (não se sabe o suficiente sobre o escudeiro de Saul para fazer um julgamento a respeito de seu caráter). Alguns consideram Sansão um exemplo de suicídio (Juízes 16:26-31), mas o seu objetivo era matar os filisteus e não a si mesmo.
A Bíblia enxerga o suicídio da mesma forma que assassinato, pois isso é exatamente o que é - auto-assassinato. Cabe a Deus decidir quando e como uma pessoa deva morrer.
De acordo com a Bíblia, o suicídio não é o que determina se uma pessoa ganha ou não acesso ao céu. Se um descrente cometer suicídio, ele não fez nada mais do que “acelerar” a sua jornada para o lago de fogo. Entretanto, no fim das contas, a pessoa que cometeu suicídio estará no inferno por ter rejeitado a salvação através de Cristo, não por ter cometido suicídio.
O que a Bíblia diz sobre um cristão que comete suicídio?
A Bíblia ensina que podemos ter a garantia da vida eterna a partir do momento em que verdadeiramente crermos em Cristo (João 3:16). Segundo a Bíblia, os cristãos podem saber que possuem a vida eterna sem qualquer dúvida (1 João 5:13).
Nada pode separar um cristão do amor de Deus (Romanos 8:38-39). Se nenhuma "criatura" pode separar um cristão do amor de Deus, e até mesmo um cristão que comete suicídio é uma "coisa criada", então nem mesmo o suicídio pode separar um cristão do amor de Deus.
Jesus morreu por todos os nossos pecados e se um cristão verdadeiro, em um momento de crise e fraqueza espiritual, cometer suicídio, esse pecado ainda seria coberto pelo sangue de Cristo.
O suicídio ainda é um grave pecado contra Deus. Segundo a Bíblia, o suicídio é assassinato; é sempre errado. Deve-se ter sérias dúvidas sobre a autenticidade da fé de qualquer pessoa que afirmava ser um cristão, mas mesmo assim cometeu suicídio.
Não há nenhuma circunstância que possa justificar que alguém, especialmente um cristão, tire a sua vida própria. Os cristãos são chamados a viver suas vidas para Deus e a decisão de quando morrer pertence a Deus e somente a Ele.
Embora não esteja descrevendo o suicídio, 1 Coríntios 3:15 é provavelmente uma boa descrição do que acontece com um Cristão que comete suicídio. "Se o que alguém construiu se queimar, esse sofrerá prejuízo; contudo, será salvo como alguém que escapa através do fogo."
Resposta:A Bíblia menciona seis pessoas específicas que cometeram suicídio: Abimeleque (Juízes 9:54), Saul (1 Samuel 31:4), o escudeiro de Saul (1 Samuel 31:4-6), Aitofel (2 Samuel 17:23), Zinri (1 Reis 16:18) e Judas (Mateus 27:5).
Cinco deles eram homens pecadores e perversos (não se sabe o suficiente sobre o escudeiro de Saul para fazer um julgamento a respeito de seu caráter). Alguns consideram Sansão um exemplo de suicídio (Juízes 16:26-31), mas o seu objetivo era matar os filisteus e não a si mesmo.
A Bíblia enxerga o suicídio da mesma forma que assassinato, pois isso é exatamente o que é - auto-assassinato. Cabe a Deus decidir quando e como uma pessoa deva morrer.
De acordo com a Bíblia, o suicídio não é o que determina se uma pessoa ganha ou não acesso ao céu. Se um descrente cometer suicídio, ele não fez nada mais do que “acelerar” a sua jornada para o lago de fogo. Entretanto, no fim das contas, a pessoa que cometeu suicídio estará no inferno por ter rejeitado a salvação através de Cristo, não por ter cometido suicídio.
O que a Bíblia diz sobre um cristão que comete suicídio?
A Bíblia ensina que podemos ter a garantia da vida eterna a partir do momento em que verdadeiramente crermos em Cristo (João 3:16). Segundo a Bíblia, os cristãos podem saber que possuem a vida eterna sem qualquer dúvida (1 João 5:13).
Nada pode separar um cristão do amor de Deus (Romanos 8:38-39). Se nenhuma "criatura" pode separar um cristão do amor de Deus, e até mesmo um cristão que comete suicídio é uma "coisa criada", então nem mesmo o suicídio pode separar um cristão do amor de Deus.
Jesus morreu por todos os nossos pecados e se um cristão verdadeiro, em um momento de crise e fraqueza espiritual, cometer suicídio, esse pecado ainda seria coberto pelo sangue de Cristo.
O suicídio ainda é um grave pecado contra Deus. Segundo a Bíblia, o suicídio é assassinato; é sempre errado. Deve-se ter sérias dúvidas sobre a autenticidade da fé de qualquer pessoa que afirmava ser um cristão, mas mesmo assim cometeu suicídio.
Não há nenhuma circunstância que possa justificar que alguém, especialmente um cristão, tire a sua vida própria. Os cristãos são chamados a viver suas vidas para Deus e a decisão de quando morrer pertence a Deus e somente a Ele.
Embora não esteja descrevendo o suicídio, 1 Coríntios 3:15 é provavelmente uma boa descrição do que acontece com um Cristão que comete suicídio. "Se o que alguém construiu se queimar, esse sofrerá prejuízo; contudo, será salvo como alguém que escapa através do fogo."
GOT QUESTIONS ORG
PERÍODO INTER-BÍBLICO (PARTE 3)
PERÍODO INTER-BÍBLICO (PARTE 3)
A ESPERANÇA
MESSIÂNICA DOS JUDEUS
1- O surgimento no período inter-bíblico
a- Na época da restauração - Com o desaparecimento dos profetas houve
pouca ênfase na esperança messiânica. O interesse do povo era a observação da
lei (Ne. 8: 1-3 , 9:13- 16 ).
2- Na época dos macabeus
a- A perseguição intensa inspirou a esperança dum líder super- humano.
b- Especialmente após a tomada de Jerusalém pelos romanos em 63 a.. C. ,
encontramos o ressurgimento da esperança messiânica
3- Na época do nascimento de Cristo
a- É fato conhecido que quando
Cristo veio houve uma larga expectativa da vinda do Messias , especialmente com
a morte de Herodes, o Grande.
b- Mesmo pensadores gentios como
Tácito e Suetonio manifestam esta esperança de alguém surgir dentre os judeus.
4- A idéia básica
Geralmente os judeus buscavam que os resgatasse um Rei que levantaria um
reino eterno e julgaria os maus. Esperavam a salvação de Israel, não dos
gentios. Esperavam alguém mais do que mero homem denominando-o de “O santo e Poderoso”
, “Messias “, etc. Pode ser que pensavam nele com um anjo poderoso que viesse
agir sobrenaturalmente.
Uma opinião de minoria : Alguns poucos judeus esperavam um messias
sofredor. b- Eram homens espirituais que procuravam nas Escrituras a verdade.
Nota-se homens como Simeão, Natanael, João
Batista e Ana..
O ADVENTO DE
CRISTO
1- Neste período de silêncio, o mundo foi preparado para a vinda de
Cristo através de vários povos. O apóstolo Paulo escreveu em Gl. 4:4 “Mas vindo
a plenitude dos tempos , Deus enviou seu filho”. Marcos afirmou o mesmo,
dizendo : “O tempo está cumprido e o reino de Deus está próximo” Mc. 1:15.
É interessante notar a preparação do mundo para a primeira vinda de
Cristo e as contribuições dos três grande povos daquela época. Verdadeiramente,
Cristo veio na plenitude dos tempos.
2- Elementos na preparação para a vinda de Cristo: Judaicos
a- Um povo divinamente preparado
b- Um povo escolhido para ser testemunha entre as nações
c- Escrituras proféticas predizendo a vinda do Messias
d- A dispersão dos judeus em todo o mundo conhecido
e- Sinagoga onde se estudava as Escrituras que forneceriam local para a
pregação do evangelho
f- Proselitismo que trouxe muitos
gentios para o judaísmo
g- Era o povo do Livro, Interessado na prática da religião e na busca da
salvação
h- Uma esperança da vinda do Messias foi oferecida pelos judeus a um
mundo de religiões pagãs. Também o judaísmo ofereceu , pela parte moral da Lei
Judaica, o sistema de ética mais puro do mundo. Mas o mais importante é que os
judeus prepararam o caminho para vinda de Cristo pelo fornecimento de um Livro Sagrado,
o Velho Testamento.
3- Elementos Gregos :
a- A filosofia grega que se aproximava do monoteísmo, tendência para a imortalidade,
ênfase sobre a consciência e dignidade humana e liberalismo de pensamento.
b- A língua grega, tradução do A . Testamento, para a pregação do
evangelho e a escrita do N.T. junto com os termos adotados por Paulo e outro
pregadores do Novo Testamento para explicar o evangelho. No primeiro século os
romanos cultos conheciam grego e também latim. O dialeto grego usado no quinto século
a. C. , na época da glória de Atenas, tornou-se o dialeto “Koiné”( comum ) do
primeiro século.
O dialeto da literatura clássica de Atenas foi modificado e
enriquecido pelas mudanças que sofreu nas conquistas de Alexandre Magno no
período entre 338 e 146 a .C. . O NT. Foi escrito nesse dialeto vulgar ( comum
).
c- A cultura helenística em geral com seu espírito cosmopolita,
transcendendo as barreiras, o judeu helenizado que serviria como ponte entre o judeu e
gentio e a busca da salvação do mundo romano.
d- Por um lado a filosofia grega deu uma contribuição positiva,
mostrando o melhor que o homem pode fazer na busca de Deus pelo intelecto, por
outro contribuiu negativamente, pois, nunca deu uma satisfação aos corações e
nunca conduziu o homem a um Deus pessoal.
4- Elementos romanos– Contribuição política :
a- Cristo veio ao mundo época do Império Romano. Todo o mundo ficou sob
um governo único, uma lei universal, era possível obter cidadania romana, ainda
que a pessoa não fosse romana. O império Romano mostrou as tendência de
unificar os povos de raças diferentes numa organização política.
b- Havia paz na terra quando Cristo nasceu . Os soldados romanos
asseguravam a paz nas estradas da Ásia, África e Europa.
c- Construíram excelentes estradas ligando Roma a todas as partes do
Império. As estradas principais foram construídas de concreto. As estradas
romanas e as cidades estratégicas localizadas nos caminhos eram indispensáveis
a evangelização do mundo no primeiro século.
5- Resumo dos elementos : Na plenitude dos tempos, quando a maior parte
do mundo ficou sob uma lei e um
governo, e todo o mundo falou a mesma língua diariamente, Cristo veio,
cumprindo as profecias e especialmente Jerusalém, localizava-se onde as
estradas atravessavam ligando os continentes da Ásia e África com Europa..
OS EVANGELHOS
Introdução: Os três primeiros evangelhos foram pela primeira vez
chamados “evangelhos sinóticos” por J.J. Griesbach, um estudioso da Bíblia de nacionalidade
alemã, no final do século XVIII. O adjetivo “sinótico” vem do grego (synopsis )
, que significa “ver em conjunto”. Griesbach escolheu a palavra devido ao alto
grau de semelhanças entre Mateus, Marcos e Lucas em suas apresentações do
ministério de Jesus.
Essas semelhanças, que envolvem estrutura, conteúdo e
enfoque , são visíveis mesmo ao leitor desatento. Elas servem não apenas para
unir os três primeiros evangelhos , mas também para separa-los do evangelho de
João, que tem um propósito especial e apresenta material que não se encontra
nos demais evangelhos.
Mateus, Marcos e Lucas estruturam o ministério de Jesus de acordo com
uma sequência geográfica geral: ministério da Galiléia, retirada para o norte (
tendo por clímax e ponto de transição de Pedro ), ministério na Judéia e Peréia
quando Jesus se dirigia para Jerusalém ( algo não tão claro em Lucas ) e o
ministério final em Jerusalém.
Essa seqüência está praticamente ausente em
João, evangelho que se concentra no ministério
de Jesus em Jerusalém durante as visitas que periodicamente fazia a cidade .Quanto
ao conteúdo , os três primeiros evangelistas narram muitos dos mesmos acontecimentos,
concentrando-se nas curas, exorcismos e ensinos por meio de parábolas
realizados por Jesus.
João, embora narre algumas curas significativas, não traz
qualquer relato de exorcismo nem parábolas ( pelo menos das do tipo encontrado em
Mateus, Marcos e Lucas ).
Além disso, muitos dos acontecimentos que consideramos característicos
dos três primeiros evangelhos estão ausentes em João : O envio dos Doze, a transfiguração, o sermão
profético, a narrativa da última ceia. Ao apresentarem Jesus constantemente em
atividade e ao sobreporem ações -especialmente milagres – e ensinos (
geralmente ) curtos, os primeiros três evangelistas criam um clima de ação
intensa e ininterrupta. Isso contrasta claramente com o clima mais
contemplativo de João, que narra bem menos acontecimentos do que evangelistas
Sinópticos e prefere apresentar Jesus fazendo longas dissertações em vez
de parábolas curtas ou declarações breves e expressivas.
A evolução dos Evangelhos Sinópticos :
Como os evangelhos Sinópticos foram escritos? Como os autores obtiveram
as informações que utilizaram sobre Jesus ?
Porque os três relatos são parecidos em tantos lugares e tão diferentes
em outros ? Qual foi o papel dos próprios evangelistas – registrar a tradição ?
Autores com um ponto de vista próprio? E, para trazer a tona a questão maior
que se oculta por trás de todas as demais – por que quatro evangelhos ?
Tais perguntas e outras semelhantes tem sido a preocupação de cristãos
zelosos desde o inicio da igreja. Um cristão do século II, Taciano, combinou os
quatro evangelhos em seu Diatessaron, Agostinho escreveu um tratado intitulado
A Harmonia do Evangelhos.
Os estudiosos, no entanto , tem se debruçado mais
profundamente sobre essas questões desde o surgimento da crítica bíblica
modernas em fins do século
XVIII.
FIM
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