sexta-feira, 1 de julho de 2016

O ACASO NÃO EXISTE

O ACASO NÃO EXISTE 



"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. (Romanos 8:28)

 

SORTE OU DESTINO


Pergunta: O que Bíblia diz sobre sorte ou destino?

Resposta:  Este é um assunto muito complexo e vamos começar pelo que a Bíblia não ensina. Sorte é o que se imagina a respeito de eventos em um curso predeterminado, além do controle humano. Uma típica resposta a esta crença é a resignação: se não podemos mudar o destino, então para que tentar fazê-lo? O que porventura acontece, acontece e nada podemos fazer sobre o assunto.  Isto se chama “fatalismo” e não é bíblico.

         O fatalismo  é,  principalmente, uma premissa do Islamismo, o qual exige submissão total à soberania de Alá. Ele é amplamente mantido, também, pelo Hinduísmo; de fato, é uma visão fatalista da vida, a qual ajuda a manter em funcionamento o sistema de castas da Índia. A mitologia grega fala de Moirai ou de Sortes, três deusas retratadas como tecelãs das vidas dos homens. Suas decisões não podem ser canceladas nem mesmo por outros deuses.  Novamente, o fatalismo não é um conceito bíblico.

 

Sorte e Destino - Nosso Livre Arbítrio


         A Bíblia ensina que o homem foi criado com a capacidade de fazer escolhas morais e que ele é responsável por essas escolhas. A queda do homem não foi um evento predeterminado, no qual Adão e Eva foram vítimas indefesas de um Deus mestre em manipular marionetes. Pelo contrário, Adão e sua esposa tinham a capacidade de escolher a obediência (com a bênção correspondente) ou a desobediência (com a conseqüente maldição). Eles sabiam qual seria o resultado de sua decisão, tendo se tornado responsáveis. (Gênesis 3).

        Este tema de nos tornarmos responsáveis pelas nossas escolhas prossegue através de toda a Escritura.

Provérbios 22:8 - “O que semear a perversidade segará males; e com a vara da sua própria indignação será extinto”.

Provérbios 14:23 -  “Em todo trabalho há proveito, mas ficar só em palavras leva à pobreza”. 

Romanos 13:3 - “Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a potestade? Faze o bem, e terás louvor dela”.

            Muitas vezes, quando a Bíblia fala sobre destino, ela se refere ao destino que uma pessoa acarreta sobre si mesma.

Filipenses 3:18-19 - “Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas." 

Provérbio 6:32 - “Assim, o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói a sua alma”.

Apocalipse 20:13 - “...e foram julgados cada um segundo as suas obras”. 

 

         Pecamos porque escolhemos pecar. Não podemos culpar a “sorte”, a kismet (sorte em árabe), a predestinação ou Deus. Tiago 1:13-14 diz: “Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência”. 

            Interessante é que muitas pessoas,  que escolhem pecar, ficam aborrecidas com as consequências negativas do seu pecado.

Provérbio 19:3 - “A estultícia do homem perverterá o seu caminho, e o seu coração se irará contra o SENHOR”. 

            Este verso é bastante indicativo. Quando um homem destroi totalmente a sua vida, ele até pode insistir em culpar Deus ou talvez a “sorte”. Neste caso, ele persiste em sua tolice.

         A Escritura também ensina que devemos escolher ter fé. O comando repetido da Escritura em crer implica em que temos uma escolha no assunto:

João 20:27 - “e não sejas incrédulo, mas crente”. (Ver também Atos 16:31 e 19:4).

 

Sorte e Destino - A Soberania de Deus


         Para evitar uma idéia errônea, não somos os soberanos mestres de nossa sorte. Só Deus é soberano! O Seu controle soberano é chamado “providência”. Ele escolheu dar-nos o livre arbítrio e criou um universo moral, no qual a lei da causa e efeito é uma realidade. Mas Deus é o único Deus e não há “acidentes” no universo.

         Um Deus Onisciente, Todo-Poderoso deve ter um plano, de modo que não deve ser surpresa que a Bíblia fale de um plano divino. O plano de Deus, visto pertencer a Deus, é santo, sábio e benevolente. A providência de Deus age no sentido de realizar o Seu plano original para a criação.

         Deus fala em Isaías 48:3: “As primeiras coisas desde a antiguidade as anunciei; da minha boca saíram, e eu as fiz ouvir; apressuradamente as fiz, e aconteceram”. O que Deus anuncia, Ele faz e tudo pode anunciar com séculos de antecedência.

         Lutar contra o plano de Deus é inútil: “Não há sabedoria, nem inteligência, nem conselho contra o SENHOR”. (Provérbio 21:30). Esta foi a razão porque a Torre de Babel jamais foi completada (Gênesis 11:1-9); porque os detratores de Daniel foram atirados aos leões (Daniel 6:24); porque Jonas ficou um tempo no ventre de um  peixe (Jonas 1:17) e porque eu sempre tenho problema, quando peco.

         Até mesmo o que nós chamaríamos “chance” ou “sorte” está sob o controle de Deus: “A sorte se lança no regaço, mas do SENHOR procede toda a determinação” (Provérbio 16:33).

         Tudo que acontece no mundo é feito para funcionar segundo o propósito de Deus. O mal existe, mas não lhe é permitido transtornar a providência de Deus. Deus usa até mesmo o homem pecador para os Seus propósitos: “COMO ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR, que o inclina a todo o seu querer”. (Provérbio 21:1). Deus operou no coração dos egípcios (Êxodo 12:35) e do Rei Artaxerxes (Esdras 7:27), a fim de realizar o Seu propósito. Mesmo quando o intento do homem é totalmente mau, Deus ainda pode realizar a Sua vontade, como no caso dos que crucificaram Jesus (Atos 2:23; 4:27-28).

         O plano de Deus inclui uma recompensa para os que nEle confiam e Ele promete glorificar os Seus filhos: “Mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória; a qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da glória. Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam”. Observem a palavra “destinou” nesta passagem, um destino embasado em nosso amor pelo nosso  Senhor.

Sorte e Destino - Um Plano Individual


         A soberania de Deus alcança até mesmo um plano para nossas vidas individuais. Isto está registrado no chamado de Deus a Jeremias - mesmo antes dele ter nascido:

         “Assim veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: antes que te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei; às nações te dei por profeta” (Jeremias 1:4-5).

         Davi também reconheceu que o Senhor tinha um plano para ele, conforme o Salmo 139:16: “Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia”. 

         Por causa deste conhecimento, Davi buscou a específica orientação do Senhor, em muitas situações, tais como é visto no 1 Samuel 23:9-12: "Sabendo, pois, Davi, que Saul maquinava este mal contra ele, disse a Abiatar, sacerdote: traze aqui o éfode. E disse Davi: Ó Senhor, Deus de Israel, teu servo tem ouvido que Saul procura vir a Queila, para destruir a cidade por causa de mim. Entregar-me-ão os cidadãos de Queila na sua mão? Descerá Saul, como o teu servo tem ouvido? Ah! Senhor Deus de Israel! Faze-o saber ao teu servo. E disse o Senhor: Descerá. Disse mais Davi: Entregar-me-ão os cidadãos de Queila, a mim e aos meus homens, nas mãos de Saul? E disse o Senhor: Entregarão."

Sorte e Destino - Juntando Tudo isto


         Em Atos 9:5, Jesus aparece a Saulo de Tarso com uma declaração interessante: “E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões”.

         Obviamente, Jesus tinha um plano para Saulo, contra o qual Saulo havia resistido (penosamente). Exercer nossa liberdade contra o plano de Deus pode ser penoso.

         Mais tarde, Jesus disse a Saulo que um homem chamado Ananias iria visitá-lo, quando, então, Jesus disse a Ananias: “Levantate, e vai à rua chamada Direita, e pergunta em casa de Judas por um homem de Tarso chamado Saulo; pois eis que ele está orando; e numa visão ele viu que entrava um homem chamado Ananias, e punha sobre ele a mão, para que tornasse a ver” (versos 11-12). Obviamente, Jesus tinha um plano prearranjado, também, para Ananias. Ora, Ananias não queria visitar Saulo (versos 13-14). Ele poderia ter agido como Jonas, tomando outro caminho. Se tivesse sido esta a sua escolha, Deus teria um “peixe” preparado para trazê-lo de volta. Ananias obedeceu (verso 17). Exercer nossa liberdade para seguir o plano de Deus traz bênção.

         Em suma, a Bíblia ensina que Deus está no controle. Ao mesmo tempo, Ele nos deu liberdade para obedecê-Lo ou desobedecê-Lo e existem algumas coisas que Deus faz somente em reposta à oração:“Cobiçais, e nada tendes; matais, e sois invejosos, e nada podeis alcançar; combateis e guerreais, e nada tendes, porque não pedis”. 

            Deus abençoa o obediente e é longânimo com os desobedientes, ao ponto de parecer lassidão. Ele tem um plano para nossas vidas, o qual inclui nossa felicidade e Sua glória, tanto neste mundo como no mundo porvir. Os que aceitam Cristo como Salvador, aceitaram o plano de Deus (João 14:6). E a partir daí, passo a passo, tudo se encaminha para o melhor que Deus tem para nós, quando oramos para que a Sua vontade seja feita (Mateus 6:10) e evitamos as armadilhas do pecado (Salmo 32:1-11: 119:59; Hebreus 12:1-2).



What Does The Bible Say About Fate-Destiny 
Traduzido por Mary Schultze


E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. (Jo 17:3)

A PORTA ESTÁ ESTREITANDO



A PORTA ESTÁ ESTREITANDO - O BICHO TÁ PEGANDO

E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. (Mateus 7:14)

Nossa alma acumula feitos em cima dos quais procura levantar seus vôos. Investimos no futuro construindo capacitações, aprimoramentos nossas mentes, fortalecendo o corpo e convencendo a nós mesmos e aos outros, daquilo que merecemos.

Estas moedas podem nos ajudar a comprar espaço na Terra, mas não é assim que ganhamos o Céu.

Sabemos que nas regiões celestiais em Cristo, as escadas e alavancas, que nos fazem subir na terra, se transformam em pesos que afundam nossa alma no mar do ostracismo eterno.

Convém que ele (Jesus) cresça e que eu diminua. Quando somos fracos é que nos tornamos fortes.

Jesus nos ensinou que diante de Deus ganhamos notoriedade quando confessamos nossos pecados e não quando maquiamos nossas almas com nossos feitos.

No Reino de Deus voamos no vácuo das nossas inutilidades e crescemos, expondo nossas fraquezas e cortando nossas asas.

No Reino de Deus a fraqueza é o degrau que nos conduz à Fortaleza. Lá, o único lugar onde vale à pena sermos aprovados, conseguimos uma boa posição quando confessamos pecados e não quando expomos realizações.

Abdicação, humilhação, admissão dos erros e lavar os pés alheios, são chaves que abrem a porta para o crescimento espiritual e constroem a grandeza da alma.

O Céu concede notoriedade somente àqueles que se assentam nos últimos lugares, servem mais e sabem que a soberba precede a ruína.

“Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho?” Mateus 7:3.

"Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’ Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês que praticam o mal!” Mateus 7:22-23

escrito por Ubirajara Crespo

OS GREGOS E JESUS



OS GREGOS E JESUS
‘Ora, entre os que subiram para adorar durante a festa, havia alguns gregos; estes, pois, se dirigiram a Filipe, que era de Betsaida da Galileia, elhe rogaram: Senhor, queremos ver Jesus. Filipe foi dizê-lo a André, e André e Filipe o comunicaram a Jesus. Respondeu-lhes Jesus: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do homem’ (Jo 12:20-23).
Como esse incidente nos ajuda a compreender o sincero clamor das pessoas, em toda parte, por salvação, esperança e respostas que só podem ser encontradas em Jesus?”
”Pessoas de outras nações desejavam conhecer Jesus, e pediram aos discípulos que os levassem a Ele. Da mesma forma, há muitos hoje em dia que anseiam encontrá-Lo.”
“Esses gregos eram provavelmente conversos ao judaísmo, uma vez que lhes foi permitido entrar na área do templo, pelo menos até ao pátio dos gentios.
Comentaristas têm notado que os gregos foram até Filipe, que, embora judeu, tinha nome grego, o que talvez os tivesse atraído a ele.
Assim, embora uma obra cristã pioneira possa ser realizada por missionários estrangeiros que tenham sensibilidade cultural e uma solidária compreensão das pessoas que desejam ganhar para Cristo, o trabalho inicial mais eficaz é feito por pessoas que têm a mesma cultura ou experiência das pessoas a serem alcançadas.”
“Os gregos vieram somente alguns dias antes da crucifixão de Jesus. Sem dúvida ficaram impressionados com Suas palavras sobre Seu sofrimento, morte e vitória final.
Além disso, a voz do Céu lhes deu o que pensar. Jesus teria sido encorajado pelo desejo deles de vê-Lo.
A chegada deles assinalou o início da evangelização mundial. Ela foi predita até pelos fariseus, que exclamaram: ‘Eis aí vai o mundo após Ele’ (João 12:19).”
“O que vemos nessa narrativa são homens de fora do judaísmo que desejavam ir a Jesus. Que sinal de que o mundo estava pronto para Sua morte expiatória!
Esses gregos, representando as nações, tribos e povos do mundo, estavam sendo atraí¬dos para Ele. Em breve a cruz do Salvador atrairia a Ele as pessoas de todas as terras e de todas as épocas subsequentes (v. 32). Os discípulos encontrariam o mundo pronto para receber o evangelho.”
Mas eu vos digo que muitos virão do oriente e do ocidente, e assentar-se-ão à mesa com Abraão, e Isaque, e Jacó, no reino dos céus; E os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes.
Mateus 8:11,12
“Leia João 12:20-32. O que Jesus estava querendo dizer ao falar sobre perder a vida para preservá-la? Dentro do contexto imediato da passagem, por que Ele disse isso? Você já experimentou isso?
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CONFESSANDO A JESUS DIANTE DOS HOMENS


CONFESSANDO A JESUS DIANTE DOS HOMENS
Uma prática bastante comum, notadamente nas igrejas cristãs pentecostais, era fazer-se "apelos" às pessoas presentes aos cultos para que elas confessassem, publicamente, a Jesus Cristo como Salvador pessoal.
Essa postura, com o passar dos anos, foi sendo abandonada pela maioria dos pastores e igrejas, supostamente, em razão de respeitos humanos ou medo de provocar constrangimentos individuais e coletivos – enfim, aquilo que vem sendo grafado como ‘politicamente correto’ na sociedade contemporânea.
Porém, esse ato confessional tem base doutrinária bastante sólida.
Confessar (gr. homologeo) a Cristo significa reconhecer o Seu Senhorio; e isso deve ser feito publicamente, ante outras pessoas, até mesmo aqueles que se opõem ao Seu padrão de existência.
Foi o próprio Jesus Cristo quem ensinou essa prática, conforme registro dos Evangelhos:
“Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus” (Mateus 10.32).
“E digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens, também o Filho do Homem o confessará diante dos anjos de Deus”
(Lucas 12.8).
Paulo e João, duas colunas na base doutrinária da igreja cristã, também enfatizaram essa verdade espiritual:
“... Se, com a tua boca, confessares ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo.”
(Romanos 10.9)
“Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele e ele em Deus.” (1 João 4.15)
Atitudes como essa foram vistas em pessoas que conheceram, conviveram e foram testemunhas pessoas do Senhor:
“No dia seguinte, João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.”
(João Batista, cf. João 1.29).
“Ele disse: Creio, Senhor. E o adorou.” (O Cego, ante os judeus e fariseus, cf. João 9.38).
“Muitos dos que tinham crido vinham, confessando e publicando os seus feitos” (Novos convertidos, em Éfeso, cf. Atos 19.18).
“Mas confesso-te que, conforme aquele Caminho, a que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na Lei e nos Profetas.” (Paulo, perante o governador Felix, cf. Atos 24.14).
Não confessar ao Senhor Jesus diante dos homens é o mesmo que nega-Lo; e “qualquer que nega o Filho também não tem o Pai”
(1 João 2.23a).
Após essa atitude negativa pode ou não haver uma nova chance da pessoa afirma-lo perante a sociedade.
Pedro e Pilatos, são dois exemplos de pessoas que tiveram a oportunidade de tornar público um compromisso pessoal com Jesus Cristo e o não tiveram a ousadia de faze-lo:
“Então, começou ele a praguejar e a jurar, dizendo: Não conheço esse homem. E imediatamente o galo cantou.” (Pedro, o discípulo, negando o Senhor, por três vezes, cf. Mateus 26.74).
“Então, Pilatos, vendo que nada aproveitava, antes o tumulto crescia, tomando água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo...” (Pilatos, representante do poder de Roma, abandonando o Senhor à sanha dos Seus acusadores,
cf. Mateus 27.24).
O primeiro desses – após experimentar sincero arrependimento –, converteu-se de suas atitudes negativas, buscou e encontrou uma nova oportunidade para confessar o Senhor:
“Saiba, pois, com certeza, toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo.” (Pedro, o Apóstolo, perante os habitantes de Jerusalém, após o Pentecostes, cf. At 2.36).
Pedro tornou-se figura emblemática do cristianismo. Quanto ao segundo, Pilatos, a história não pode atestar o mesmo!
Irmãs amadas e irmãos amados, não apenas confessem o Senhor Jesus Cristo em suas vidas: sejam, também, instrumentos para que outros façam o mesmo. Perto está o Senhor!
Postado por Gilson Oliveira
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UMA ALIANÇA FIRMADA EM GRAÇA


UMA ALIANÇA FIRMADA EM GRAÇA

Em Isaías 55 vemos que o evangelho é para os que têm fome e sede de justiça.

A mesa do banquete está pronta e tudo o que de nós se exige é apetite. É tudo de graça.

Por isso o convite da salvação é dirigido a todos os que têm sede para que venham às águas da salvação, e que poderão adquirir (comprar) o vinho espiritual da alegria, e o leite racional que nos alimenta que é a graça de Cristo, que acompanha o evangelho, para sermos alimentados por ela, sem dinheiro e sem preço (Is 55.1).

Diz-se portanto que todo esforço e gasto de dinheiro para obter a salvação é vão, porque a salvação verdadeira que Deus está operando pelo Filho, é completamente gratuita.

A boa comida espiritual, e o tutano divino são achados somente na mesa de Cristo, e não nas mãos dos que fazem da religião ocasião de comércio (Is 55.2).

A mensagem do evangelho deve ser ouvida atentamente, pela voz dos ungidos do Senhor, através dos quais Cristo fala, para que pessoas se convertam a Ele, para entrarem na aliança eterna, que Ele havia prometido como sendo firmes beneficências a Davi (v. 3). Estas firmes beneficências a Davi são citadas também em passagens do Novo Testamento, como em At 13.34.

“Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, dando-vos as fiéis misericórdias prometidas a Davi.” (Is 55.3).

É maravilhoso saber que as últimas palavras que Davi falou pelo Espírito, apontaram para esta aliança segura e eterna.

Deus fez uma aliança conosco em Jesus Cristo, e nós aprendemos das Suas palavras pela boca de Davi que é uma aliança perpétua. Perpétua em si mesma e na forma do seu caráter, manutenção, continuação e confirmação. Deus diz também pela boca de Davi que é bem ordenada e segura (v. 5).

Esta aliança está bem ordenada por Deus em todas as coisas que dizem respeito a ela. Esta ordenação perfeita trabalhará em meio às imperfeições dos cristãos e os aperfeiçoará progressivamente, para a glória de Deus, de modo que se a obra não for completada na terra, ele o será no céu.

E para isso a aliança possui um Mediador e um Consolador para promover a santidade e o conforto dos cristãos. Está ordenado também que toda transgressão na aliança não lançará fora qualquer dos aliançados!

Por isso Jesus afirma que não lançará fora de modo nenhum, a qualquer que vier a Ele. Assim, a segurança da salvação não é colocada nas mãos dos cristãos, mas nas mãos do Mediador. E se diz que a aliança é segura porque está assim bem ordenada por Deus.

Ela foi planejada de tal modo a poder conduzir pecadores ao céu. Ela está tão bem estruturada que qualquer um deles pode ter a certeza de que estará sendo aperfeiçoado na terra e a conclusão desta obra de aperfeiçoamento será concluída no céu.

E uma das razões para que o aperfeiçoamento não seja concluído na terra, é para que se saiba que a aliança é de fato para pecadores, e não para quem se considera perfeitamente justo, embora todos os aliançados sejam chamados agora a se empenharem na prática da justiça.

As misericórdias prometidas aos aliançados é segura, e operarão de acordo com as condições estabelecidas em relação à necessidade de arrependimento e fé. A aplicação particular destas misericórdias para santificar os cristãos é segura. É segura porque é suficiente.

Nada mais do que isto nos salvará, porque a base da salvação repousa na fidelidade de Deus em cumprir a promessa que Ele fez à casa de Davi, a todo aquele que for encontrado nela, por causa da sua fé no descendente, no Filho de Davi que é Cristo. É somente disto que a nossa salvação depende.

Muitos podem pensar que quando se conclama, na profecia de Isaías, ao ímpio a deixar o seu caminho e o homem maligno os seus pensamentos para se voltar para o Senhor, para achar misericórdia e perdão, porque se diz que Deus é rico em perdoar, que isto não se aplique às pessoas perversas.

No entanto, é um convite a todas as pessoas porque não há quem não peque, e Cristo veio salvar e justificar ímpios (Rom 4.5), de forma que aquele que se julgar justo e bom a seus próprios olhos jamais poderá ser salvo por Cristo, porque Ele salva aqueles que se reconhecem pecadores.

Para esclarecer este ponto, para que ninguém fizesse uma avaliação errada relativa à sua real condição diante de Deus, Ele declarou que os seus pensamentos não são os nossos pensamentos, nem os nossos caminhos os seus caminhos (Is 55.8).

Se nos compararmos com outras pessoas é possível que nos achemos bons e justos. Mas se contemplarmos os que estão no céu, especialmente ao próprio Deus em sua perfeita santidade e glória, nós veremos quão imperfeitos somos. E clamaremos tal como Isaías fizera no capítulo sexto, quando viu a santidade e glória com que os serafins louvavam ao Senhor no Seu trono de glória.

Por isso se ordena que olhemos para Cristo para que sejamos salvos, porque somente quando contemplamos a majestade da sua santidade, é que podemos enxergar qual é o nosso real quadro de miséria e de necessidade que temos de sermos salvos por Ele. Então esta salvação não será achada em nós mesmos. Porque ela nos vem inteiramente destes caminhos e pensamentos elevados de Deus que procedem do céu e não da terra.

É do alto que a graça e o Espírito são derramados, e por isso somos conclamados a olhar para o alto, para Cristo, para o tesouro do céu e não para o que é terreno, quando o assunto se refere à nossa salvação.

Esta salvação vem do alto, mas a Palavra que salva foi revelada por Cristo na terra, e está não apenas na Bíblia, mas junto da nossa boca e coração, para que façamos a confissão da fé no Seu nome e senhorio, para que sejamos salvos.

Deus pôs esta autoridade para nos salvar na Sua Palavra. A palavra do evangelho é a semente que contém a vida eterna. De maneira que todo o que crê na Palavra da verdade será salvo, porque esta Palavra gerará em seu coração a fé pela qual Deus o salvará. Por isso Ele afirma o que se lê em Is 55.10,11.

Estes que crerem no evangelho e forem salvos sairiam dando testemunho por todas as partes com a alegria e a paz com que seriam guiados pelo Espírito Santo, e por onde passarem anunciando as boas novas, a maldição será transformada em bênção porque se diz que em vez de espinheiros e sarças, cresceriam a faia e a murta que são plantas ornamentais. E isto seria para o Senhor um nome e um sinal eterno que nunca se apagará (v. 12, 13).

escrito por Silvio Dutra

VOCÊ É POVO DE DEUS?


VOCÊ É POVO DE DEUS? 

ESSA MENSAGEM E PARA VOCÊ!



Andando pelas rodovias e estradas desse Brasil, olhando as plantações pude constatar a grande quebra nas safras, quer seja por frio demais, por agua demais, ou seja, pelas oscilações climáticas.

A Palavra do Senhor diz em Jeremias 33.3: Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes. (Jeremias 33.3). Daí comecei a clamar:

Porque Pai? Porque meu Deus? Outrora esse país tão abençoado, agora tão descompensado

O Senhor me respondeu, que por conta das escolhas do povo por governantes que tem práticas que contrariam e até mesmo se aliam a povos que perseguem e matam o povo do Senhor, entregando a autoridade dessa nação a essas pessoas, estão condenando todos e os país a receber maldição em vez de bênção.

O QUE FAZER?
E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. (2 Crônicas 7.14)

Por isso eu convoco os filhos de Deus para se humilhar, orar, buscar, clamar ao Senhor em favor dessa nação, envolva sua igreja, levante um clamor em favor do nosso país enquanto há tempo.

Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir.(Isaías 59:1)

Em Nome de Jesus, nos prostremos diante do trono de graça, e clamemos para que o Senhor tenha misericórdia do seu povo, que tire as escamas dos nossos olhos e os tampões dos nossos ouvidos.

Que Deus perdoe nossas escolhas erradas, arranque aqueles que estão contra os seus preceitos, que levante homens e mulheres comprometidas com o seu Reino e restaure esse país.

Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus. (Salmos. 51.17).

Se cada um de nós, fazer a sua parte, com certeza, Deus mudara os rumos dessa nação.

Por Litrazini

CORAÇÃO PURO



CORAÇÃO PURO
"Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus" (Mateus 5:8).
Qual pessoa não gostaria de se encontrar pessoalmente com o Deus Vivo? Quando alguém tem uma vida de intimidade com o Senhor, ele até consegue ouví-Lo e sentí-Lo em certos momentos, mas nunca vê-Lo, pois de acordo com a Bíblia, só será possível ver Deus face a face quando Jesus vier buscar Seu povo para morar com Ele na eternidade.
Porém, no livro de Mateus capítulo 5, Jesus falou das bem-aventuranças do cristão e uma delas é que, se a pessoa tiver um coração puro, ela verá a Deus! Aí você pode se perguntar: "Mas o que é ter um coração puro? Será que o meu coração tem muitas 'manchas'?" Essas respostas só são encontradas quando comparamos nosso coração com o coração de Jesus.
Cristo veio a este mundo em um corpo humano, mas o seu coração era diferente do nosso. O coração de Jesus amava, se compadecia, ajudava com alegria e perdoava quantas vezes fosse necessário. O preconceito, a mágoa, a mentira, a falsidade, a inveja e o ódio não habitavam no coração Dele, pois dentro dele só havia o amor de Deus, que se transformava em palavras e ações.
Para termos um coração puro, precisamos ter um coração semelhante ao de Jesus. É claro que nunca conseguiremos ser perfeitos, pois ainda habitamos em um corpo de pecado, mas devemos nos esforçar ao máximo, buscando a santidade e não permitindo que as coisas ruins deste mundo e o pecado tomem conta de nós.
Para isso, devemos guardar a Palavra de Deus no nosso coração:
"Eu te busco de todo o coração; não permitas que eu me desvie dos teus mandamentos. Guardei no coração a tua palavra para não pecar contra ti" (Salmos 119:10,11).
Quando o pecado e os sentimentos de raiva, ódio, mágoa, inveja, vingança, insistirem em manchar o nosso coração, devemos seguir o exemplo de Davi, que foi aos pés do Senhor e clamou: "Cria em mim ó Deus um coração puro, e renova dentro de mim um espírito estável (Salmos 51:10).
Para a maioria de nós, esse processo de purificação não será fácil, já que pedir um coração puro significa mexer em feridas abertas, que ainda não foram curadas. Mas, por mais que venha a doer, vale a pena deixar o Senhor trabalhar em nossos corações, pois, além de nos tornarmos pessoas melhores, veremos Deus muito mais presente em nossa vida!
"Quem poderá subir o monte do Senhor? Quem poderá entrar no seu Santo Lugar? Aquele que tem as mãos limpas e o coração puro" (Salmos 24:3,4).
escrito por Antonio Junior
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A MÃO DE DEUS NÃO ESTÁ ENCOLHIDA



A MÃO DE DEUS NÃO ESTÁ ENCOLHIDA
Quando Senhor estende a sua mão para resolver determinada situação, não há quem possa impedir, nem fazê-lo voltar atrás.
Ele diz na sua palavra: Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem impedirá? (Isaias 43.13).
Não adianta tentar impedir a bênção de Deus na vida daquele que ele estendeu a sua mão, e já determinou a vitória. Temos vários exemplos na bíblia de homens e mulheres, que a mão do Senhor estava sobre eles, e todos foram vitoriosos:
José. A mão do Senhor estava sobre ele, e ele venceu as provações e foi exaltado como governador do Egito. Ester. A mão do Senhor estava sobre ela, e ela venceu as oposições, e o seu povo não foi destruído. Mardoqueu. A mão do Senhor estava sobre ele, e ele foi exaltado.
Ana, a mãe do profeta Samuel. A mão do Senhor estava sobre ela, e ela suportou as afrontas de sua competidora Penina, e foi vencedora. Daniel. A mão do Senhor estava sobre ele, e ele prosperou e foi exaltado no império da Babilônia.
Acredite, a mão do Senhor está sobre você, e a sua vitória será certa.
SETE AÇÕES DA MÃO DE DEUS.
1. A mão do SENHOR exalta.
Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que, a seu tempo, vos exalte, lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. 1Pe.5.6,7.
2. A mão do SENHOR fortalece.
Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça. Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que se irritaram contra ti; tornar-se-ão nada; e os que contenderem contigo perecerão. Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo. Is.41.10,11,13.
3. A mão do SENHOR abençoa.
Porque o SENHOR dos Exércitos o determinou; quem pois o invalidará? E a sua mão estendida está; quem, pois, a fará voltar atrás? Is.14.27.
4. A mão do SENHOR salva.
Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem o seu ouvido, agravado, para não poder ouvir. Is.59.1. E a mão do Senhor era com eles; e grande número creu e se converteu ao
Senhor. - Atos.11.21.
5. A mão do SENHOR cura.
E, descendo ele do monte, seguiu-o uma grande multidão. E eis que veio um leproso e o adorou, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo. E Jesus, estendendo a mão, tocou-o, dizendo: Quero; sê limpo. E logo ficou purificado da lepra. Mt.8.1-3.
6. A mão do SENHOR liberta.
E ensinava no sábado, numa das sinagogas. E eis que estava ali uma mulher que tinha um espírito de enfermidade havia já dezoito anos; e andava curvada e não podia de modo algum endireitar-se. E, vendo-a Jesus, chamou-a a si, e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade. E impôs as mãos sobre ela, e logo se endireitou e glorificava a Deus.
Lc.13.10-13.
7. A mão do SENHOR opera milagres.
E a mão do SENHOR estava sobre Elias, o qual cingiu os lombos, e veio correndo perante Acabe, até à entrada de Jezreel. 1Rs.18.46.
Quando a mão do SENHOR está sobre um homem, algo de sobrenatural acontece. Diz a palavra de Deus: Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós e orando, pediu que não chovesse, e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra. E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto. Tg.5.17,18.
SETE OPERAÇÕES DA MÃO DE DEUS.
1. Mão que fere.
2. Mão que sara.
3. Mão que mata.
4. Mão que ressuscita.
5. Mão que abate.
6. Mão que exalta.
7. Mão que domina sobre tudo.
Conclusão: Se estamos nas mãos de Deus, não temos motivos para nos preocuparmos; Ele está no controle da situação. É preciso confiar e deixar a mão de Deus agir. A sua palavra nos diz: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. Hb.10.30.
O cristão nas mãos de Deus é abençoado. O ímpio que não se rende nas mãos de Deus é punido.
A bíblia diz: Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo.
(Hebreus10.31)
Postado por Geraldo Barbosa

EIS-ME AQUI SENHOR, ENVIA-ME A MIM



“EIS-ME AQUI SENHOR, ENVIA-ME A MIM”
Isaías 6:1-8 - ”No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava.
E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória.
As bases do limiar se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos!
Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado. Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.” (Isaías 6:1-8)
1. Introdução
Os dias de Israel, na época de Isaías, não eram dias fáceis. Um sentimento de desgosto nacional existia no coração do povo. No campo da espiritualidade as pessoas estavam distante de Deus. Eles faziam sacrifícios profanos em lugares que antes eram dedicados a Deus.
Eram tempos de insegurança e de incerteza quanto ao futuro da nação. Cidades estavam desoladas, campos estavam destruídos, o trono estava vazio, o orgulho de ser um judeu e de se morar na nação israelita estava ferido.
Os cultos religiosos oferecidos nos templos não eram mais aceitos por Deus.
Em tempos assim, Deus levanta vozes proféticas, homens e mulheres que se transportam a sua mensagem para o povo. E de repente no meio daquela multidão marcada pelas dores e sofrimentos surge uma voz profética que clamava: (Is. 1:4-5)
“Ai desse povo mau,essa gente cheia de pecados!Todos são ruins, todos são perversos. Eles abandonaram o Senhor, rejeitaram o Santo Deus de Israel e viraram as costas para ele. Por que vocês continuam a pecar? Será que querem receber mais castigos?”.
As palavras de Isaías, cuidadosamente escolhidas por Deus, voavam como flechas velozes a encontrar o seu alvo. Em meio a multidão muitos esforçavam-se para ouvir. Outros fechavam os seus punhos e murmuravam. Outros baixavam as suas cabeças e choravam silenciosamente.
Para uns a palavra profética do Senhor era um instrumento de conserto e restauração, para outros um instrumento de condenação e justiça.
Em tempos de Crise, Deus sempre desperta a Igreja para anunciar sua mensagem para todos aqueles que estão distantes de seu amor e misericórdia. A tarefa de um profeta, é solitária, porque Deus o desperta para falar e anunciar a respeito de verdades que confrontam a situação espiritual de muitas pessoas.
Mas, é nesse tempo de crise que Deus dá ao profeta Isaías uma grande visão. Gostaria de examinar esta visão e tirar algumas lições práticas
2. Desenvolvimento
St. O que observamos na visão de Isaías?
2.1 Isaías vê um trono eterno que nunca ficará vazio
” 1 No ano da morte do rei Uzias, (àUma visão da glória, soberania e majestade de Deus num trono de glória eterna) eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono,…”.
A visão de Isaias 6, veio no “…no ano da morte do rei Uzias…”. Embora Uzias tivesse sido um bom rei para o povo, construindo um reinado longo e próspero, muitas pessoas em seu reino, haviam se afastado de Deus.
Portanto, agora o trono estava vazio. E isto causava desesperança e insegurança, pois pessoas poderiam lutar e se matar por uma disputa pelo poder. Imagine comigo as conseqüências de um trono sem um rei.
Mas, é naquele momento, que o profeta vê numa visão um trono que nunca ficará vazio. Em um momento de incerteza, Deus dá uma certeza a Isaias. No cap. 6:1, Isaías diz: “…Eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono…”. Um trono estava vazio na terra de Israel, mas Deus mostra que o trono celestial, majestoso e eterno do Senhor nunca ficará vazio.
A visão do trono de Deus acalma e alegra o coração do profeta Isaías. No meio de tanta inquietação e agitação Isaias declara: “eu vi o Senhor…”.
Estamos numa época de crises políticas, com gente que sofre com o desemprego, com a pobreza, com as crises que atingem as famílias. Eu sei que você tem muitos problemas grandes em sua vida. Há poucos dias atrás, um pai chorava copiosamente, ao perder seu filho num tiroteio, e não conseguia entender o porque de tudo isso. Mas lembre-se irmão: Deus está no seu trono. Isto quer dizer que Ele é quem esta no comando de tudo, Ele é quem governa e dirige tudo. Acalme-se, O Senhor está em seu trono. E a sua glória e poder são maiores que seus problemas e crises.
2.2 Isaías vê a presença do Senhor sobre a Igreja.
Verso 1 “… e as abas de suas vestes enchiam o templo…”.
Nesta visão do Senhor em seu trono, Isaías tem uma grande prova de que Deus esta ao seu lado, proporcionando sua proteção. Isaías vê que “…as abas de suas vestes enchiam o templo…”.
A visão das vestes do Senhor sobre o templo, comprovam que Deus esta presente com sua glória dentro da Igreja. Apesar da Igreja viver num mundo corrompido pelo pecado, apesar do povo de Deus enfrentar aflições e lutas difíceis, a presença poderosa do Senhor enche o templo. Quando Isaías vê isto ele se acalma e tem a certeza que mesmo vivendo no meio de um caos e desordem, a proteção e a presença do Senhor estavam sobre sua vida.
No livro de Atos, vemos que a Igreja do Senhor era perseguida. Eles não podiam nem sequer se reunir em templos. Mas a Bíblia diz que o Senhor acrescentava a cada dia, aqueles que iam sendo salvos. Isto acontecia porque Deus estava presente naquela Igreja, todos os dias.
Nós podemos ter a certeza, desta presença viva e constante do Senhor em nossas vidas, em todas as épocas e momentos. Lembre-se da promessa do Senhor Jesus: “…E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” (Mateus 21:20)
2.3 Isaías tem uma visão da santidade do Senhor.
“2 Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. 3 E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória.”
Em certo momento da visão, Isaias passa a ver serafins ou anjos. Existem detalhes importantes aqui. Estes serafins cobrem os seus rostos e pés. Eles fazem isto por causa da santidade do Senhor, da glória de Deus que estava naquele lugar. Eles cobrem seus corpos em sinal de temor e respeito diante da presença do Senhor. Quanta gente não tem nenhum respeito e reverencia na presença do Senhor!
Mas, estes serafins estão constantemente adorando ao Senhor dizendo: “santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos, toda a terra está cheia da sua glória…”. (verso 3). Estes serafins declaram a santidade do Senhor.
Em uma época de decadência espiritual e moral era importante que Isaías visse Deus em toda a sua santidade. E assim também que veremos o Senhor um dia. Ver Deus em sua santidade, motiva o profeta a anunciar a mensagem do Senhor.
Nós também precisamos descobrir a santidade do Senhor. Nossas lutas diárias, ao lado das pressões sociais e de nossas fraquezas, estreitam a visão que temos do Senhor. O Senhor é santo para todo sempre.
Ele também diz: “Sede santos”. Vivemos num mundo profano, mas somos um povo santo separado para o Senhor. Somos a luz do mundo, somos o sal da terra.
Há uma frase que tem impactado o Brasil afora: “NÃO SOU MAIS UM PECADOR LUTANDO PARA SER SANTO. SOU UM SANTO LUTANDO CONTRA O PECADO!”
2.4 Uma grande conclusão: A convicção de pecado.
“5 Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos! 6 Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; 7 com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado. 8 Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.” (Isaías 6:1-8)
Muitas vezes, cantamos aqui na Igreja: “… eu vejo a glória do Senhor hoje aqui, a sua glória o seu poder sobre mim”. Muita que canta isso, mas não esta vendo ou sentindo a glória do Senhor. Às vezes, as pessoas vivem e cantam o que não estão experimentando. Cantamos por achar bonito. Quando um homem vê a glória, não é mais o mesmo.
Isaías viu a glória de Deus, e diante dessa experiência ele cai em si e diz: “5 ….Ai de mim, Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros…. os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos exércitos!” Ao ver a glória de Deus, Isaias tem consciência do quanto era pecador, e clamou pela misericórdia de Deus, a ao mesmo tempo agradeceu a Deus por ter tido o privilégio de ver o que poucos mortais puderam ver com seus olhos. Ao ver a glória de Deus nós reconhecemos que somos pecadores e precisamos da misericórdia do Senhor.
Depois que Isaías reconhece o seu pecado e sua necessidade do perdão purificador de Deus, um serafim vem com uma brasa. Aquele anjo toca a boca de Isaias com aquela brasa. Esta brasa nos lembra do fogo purificador do Espírito Santo. Em números 31:23, Deus diz: “…tudo o que pode suportar o fogo fareis passar pelo fogo, para que fique limpo….”. O fogo é purificador.
O anjo diz ao profeta: “Eis que a brasa tocou os teus lábios, e a tua iniquidade foi tirada, e purificado o teu pecado“(verso 7) O que vemos aqui, é Deus vir ao encontro do pecador e purificado com sua graça e o sangue do seu filho Jesus Cristo. Deus veio um dia ao seu encontro, tocou tua vida, tua iniqüidade foi tirada, e purificado o teu pecado. E por isso que devemos pedir: “Senhor, me purifica de todo pecado…”.
3. Conclusão
A experiência de Isaías é tremendamente maravilhosa: 1) Ele vê a glória de Deus, 2)reconhece sua condição e então 3) é purificado do seu pecado.
Depois de tudo isso, Ele ouve a voz de Deus lhe perguntar: “Isaias, a quem enviarei, e quem há de ir por nós?” (verso 8). O que eu observo aqui, é que Deus preparou Isaias para ser um vaso usado por Deus. Então meu irmão, Deus nos prepara antes de nos enviar.
Diante do apelo do Senhor, Isaías diz: “Senhor, eis-me aqui, envia-me a mim”. Antes de ir para falar aos que o rodeavam sobre a mensagem de Deus, Isaías foi purificado, confessou seus pecados, submeteu-se ao controle do Senhor.
Que neste momento, você também possa se colocar diante do Senhor e dizer: Senhor, abre os meus olhos, como fizeste com Isaias, para que eu possa ver a tua glória. Senhor, eu preciso do teu perdão. Me purifica de meus pecados. Pai, eu coloco a minha vida em tuas mãos. Eis-me aqui!
postado por Josias Moura

quarta-feira, 8 de junho de 2016

DEUS NOS AMA EM TODO TEMPO



DEUS NOS AMA EM TODO TEMPO

As maiores palavras já escritas pelo homem são encontradas na expressão “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira” (João 3:16). Conforme secou a tinta naqueles pergaminhos antigos, as palavras de graça eterna iluminaram a escuridão de um mundo tomado pelo pecado.
O discípulo de Jesus – um apóstolo do Cristo – pôs diante de todos os homens o testamento do amor de Deus quando escreveu as palavras da vida eterna no evangelho de João. Declarado com estas simples palavras é amor gratuito e amor gratificante para com aqueles que viriam a conhecer o Filho do Homem.
Estas palavras não vieram do coração nem da vontade do homem. O homem jamais poderia compreender a profundeza do amor que traria o Criador deste mundo para oferecer seu único Filho como uma ovelha sacrificial para um mundo tão cheio de ódio e desespero. Satanás tinha sido vitorioso em cobrir o mundo em escuridão.
Os homens conseguiam enxergar apenas a eles mesmos e aquilo que queriam na vida. Satanás havia enchido as mentes dos homens com a escuridão do pecado. Os homens amavam a escuridão porque as suas vidas estavam cheias de maldade.
Na madrugada de um dia, muito tempo atrás, o corpo crucificado de Jesus Cristo foi tomado da sepultura da morte e levantado de novo para a glória. Naquele momento a mensagem que Deus é amor ressoou das montanhas mais altas. O poder de Satanás tinha sido destruído e, como aconteceu com Cristo, os homens agora poderiam levantar novamente para a glória. Esta glória é encontrada no conhecimento do fato que meu Pai me ama.
Eu seu que meu Pai me ama, porque ele deu seu Filho para morrer por mim. “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós” (1 João 3:16). “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (João 15:13).
Posso olhar para trás e ver o Filho do meu Pai ser morto, pelo ódio dos homens, numa estaca de madeira e ouvir os gritos daquele Filho na cruz e, no silêncio do meu Pai ouvir, "Eu te amo, Filho”. E quando terminou o sofrimento na cruz, e raiou a manhã daquele dia maravilhoso, posso ver o propósito de seu amor. Meu Pai me amou em preparar uma saída pra mim. Eu, no meu pecado e na minha rebelião, amado por meu Pai!
Foi por causa desta mensagem de amor que a obediência surgiu no meu coração. Como no dia de Pentecostes, a história do amor de Deus ultrapassou um coração cheio do pecado e, em tons desesperados de incapacidade, surge a pergunta, “O que devo fazer?” Mais uma vez, a resposta é o amor de Deus. Em obediência ao amor de Deus, um coração tomado pelo pecado é limpo pelo “lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tito 3:5). Deus me ama – eu estou salvo!
Meu Pai ama quando sou perseverante e paciente. O seu amor é visto na sua misericórdia e na graça contínua. “Ora, o Senhor conduza o vosso coração ao amor de Deus e à constância de Cristo” (2 Tessalonicenses 3:5). O amor de Deus é um tesouro no qual posso me firmar na minha obediência e na minha fé. “Porque estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso senhor” (Romanos 8:38,39).
Meu Pai me ama e a minha vida está dedicada à sua vontade. Eu consigo mostrar apenas uma pequena porção do amor, comparado ao amor sem medida do meu Pai: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos” (1 João 5:3). “Guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna” (Judas 21). Um dia, quando a vida tiver acabado e uma coroa eterna for dada a todos os fiéis de todas as épocas, meu Pai me dará, pelo seu amor eterno, a prometida vida eterna.
escrito por Kent E. Heaton, Sr