terça-feira, 1 de dezembro de 2015

O AVIVAMENTO (PARTE 1)



O Padrão Bíblico de Avivamento

 Qual o padrão bíblico de avivamento? Os avivamentos bíblicos oferecem alguma coordenada para a renovação da igreja evangélica no Brasil de hoje?
Estas são algumas das perguntas que procuraremos responder no decorrer desse estudo.

I - O significado bíblico do termo "Avivamento":
1.1. No Antigo Testamento: O verbo hebraico hyh (avivar) tem o significado primário de "preservar" ou "manter vivo".
Porém, "avivar" não significa somente preservar ou manter vivo, mas também purificar, corrigir e livrar do mal. Esta é uma conseqüência natural em toda vez que Deus aviva.
Na história de cada avivamento, dentro ou fora da Bíblia, lemos que Deus purifica, livra do mal e do pecado, tira a escória e as coisas que estavam impedindo o progresso da causa (1).
O verbo "avivar", em suas várias formas (2), é usado mais de 250 vezes no Antigo Testamento, das quais 55 vezes estão num grau chamado piel. Um verbo nas formas do Piel expressa uma ação ativa intensiva no hebraico. 
Neste sentido, o avivamento é sempre indicado como uma obra ativa e intensiva de Deus. Alguns exemplos de sua ocorrência são as clássicas orações de Davi, como esta: "Porventura, não tornarás a vivificar-nos (3), para que em ti se regozije o teu povo?" (Sl 85.6) (4), e da clássica oração do profeta Habacuque: "Tenho ouvido, ó Senhor, as tuas declarações, e me sinto alarmado; aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos, faze-a conhecida; na tua ira, lembra-te da misericórdia" (Hc 3.2).

1.2. No Novo Testamento:
Encontramos no Novo Testamento grego um conjunto de palavras que expressam o conceito básico de avivamento. São elas: 'egeíro, 'anastáso, 'anázoe e 'anakaínoo.
Outras palavras gregas comparam o avivamento ao reacender de uma chama que se apaga aos poucos (cf. 'anazopyréo em 2 Tm 1.6) ou uma planta que lança novos brotos e "floresce novamente" (cf. 'anaphállo em Fp 4.10).
No Novo Testamento grego as palavras supracitadas aparecem, no contexto de avivamento, apenas sete vezes, embora a idéia básica de avivamento seja sugerida com mais freqüência. Uma possível explicação para o uso escasso dos termos, em comparação ao Antigo Testamento, é que o Novo cobre apenas uma geração, durante a qual a Igreja Cristã desfrutou, na maior parte do tempo, um grau incomum de vida espiritual.
 II - O que não é avivamento bíblico:

Antes de falarmos sobre avivamento bíblico, propriamente dito, acreditamos ser de grande ajuda uma abordagem, mesmo que rápida, do que não é o padrão bíblico de avivamento.

O Rev. Hernandes Dias Lopes, em seu livro AVIVAMENTO URGENTE, apresenta sete interessantes razões sobre o que não deve ser entendido como avivamento de verdade. Sou devedor ao dileto colega por suas pertinentes observações. Transcrevo-as quase que na íntegra. 

2.1. Avivamento não é um programa agendado pela igreja.

Avivamento não é ação da igreja, mas de Deus. Avivamento é obra soberana e livre do Espírito Santo. A igreja não promove e nem faz avivamento. A igreja não é agente de avivamento. A igreja não agenda e nem programa avivamento. A igreja só pode buscar o avivamento e preparar o caminho da sua chegada. A igreja não produz o vento do Espírito, ela só pode içar suas velas em direção a esse vento.

A soberania de Deus, no entanto, não anula a responsabilidade humana. O avivamento jamais virá se a igreja não preparar o caminho do Senhor (5). O avivamento jamais acontecerá se a igreja não se humilhar. Sem oração da igreja, as chuvas torrenciais de Deus não descerão. Sem busca não há encontro. Sem obediência a Deus, jamais haverá derramamento do Espírito.

Contudo, quem determina o quando e o como do avivamento é Deus. Ele é soberano. David Brainerd orou vários anos pelo avivamento entre os índios peles vermelhas no século XVIII. Aquele jovem, ajoelhado na neve, suava de molhar a camisa, em agonia de alma, em oração fervente, em favor daqueles pobres índios. Quando o seu coração parecia desalentado e já não havia prenúncios de chuva da parte de Deus, o Espírito foi poderosamente derramado e os corações se dobraram a Cristo aos milhares. 

2.2. Avivamento não é mudança doutrinária.

Cometem ledo engano aqueles que querem descartar a teologia e desprezar a doutrina na busca do avivamento. Desprezar a doutrina é dinamitar os alicerces da vida cristã. Desprezar a doutrina é querer levantar um edifício sem lançar o fundamento. Desprezar a doutrina é querer por um corpo de pé e em movimento sem a estrutura óssea. 

Não há vida piedosa sem doutrina. A doutrina é a base da ética. A teologia é mãe da ética. 

"Assim como o homem crê no seu coração, assim ele é" (Pv 23.7). Vida sem doutrina gera misticismo e experiencialismo subjetivista. Avivamento sem doutrina é fogo de palha, é movimento emocionalista, é experiencialismo personalista e antropocentrista. 

Deus tem compromisso com a verdade e a sua Palavra é a verdade e todo avivamento precisa estar fundamentado na Palavra. O avivamento precisa estar norteado pelas Escrituras e não por sonhos e visões. Precisa estar dentro das balizas da Bíblia e não dentro dos muros de revelações subjetivistas, muitas vezes feitas na carne.

2.3. Avivamento não é mudança litúrgica. 

Muitos crentes confundem avivamento com forma de culto, com liturgia animada, com coreografia e instrumental aparatoso.Louvor não é encenação. Não é mimetismo. Não é ritualismo. Não é emocionalismo. 

Não é apenas seguir formas pré-estabelecidas, como bater palmas, dizer aleluia, amém e levantar as mãos. Louvor não é pululância, gingos e dança (6). Louvor que apenas levanta as mãos para o alto, mas não as estende para o necessitado não agrada a Deus. A Bíblia ordena levantar mãos santas ao Senhor, num gesto de rendição e entrega (I Tm 2.8). 

Louvor em que a pessoa apenas saltita e pula, mas não vive em santidade, é ofensa a Deus. Louvor que apenas verbaliza coisas bonitas para Deus, mas não leva Deus a sério na vida é fogo estranho diante do Senhor.Louvor que não produz mudança de vida, quebrantamento, obediência e não leva as pessoas a confiarem em Deus, não é louvor, é barulho aos ouvidos de Deus. Assim diz o Senhor: "Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas liras" (Am 5.23).

Hoje estamos vivendo a época dos shows evangélicos, dos show-men, dos animadores de programas religiosos, do "rock evangélico", das músicas badaladas por um ritmo sensual. Mais do que nunca é preciso tocar a trombeta em Sião e condenar a idéia de que precisamos imitar o mundo para atrair o mundo. A música do mundo tem entrado nas igrejas, para vergonha nossa e para derrota nossa. O louvor que agrada a Deus precisa ser em espírito e em verdade. 

O louvor precisa ser bíblico, senão é fogo estranho. Davi, no Salmo 40, versículo 3, fala-nos sobre as balizas do louvor que agrada a Deus: "E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus; muitos verão estas coisa, temerão e confiarão no Senhor". Primeiro, vemos a origem deste cântico: "E me pôs nos lábios". Este louvor vem de Deus e não do homem.

Segundo, vemos a natureza deste cântico: "E me pôs nos lábios um novo cântico". Não é um novo de edição, mas novo de natureza. É um cântico que expressa a marca da sua nova vida, liberta do tremendal de lama (v2). 

Terceiro, vemos o objetivo deste cântico: "... Um hino de louvor ao nosso Deus". Este cântico não é para entreter ou agradar o gosto e preferência das pessoas. Este cântico vem de Deus e volta para Deus. Deus é o seu alfa e o seu ômega. 

Quarto, vemos o resultado deste cântico: "Muitos verão estas coisas, temerão e confiarão no Senhor". O louvor bíblico leva as pessoas a temerem a Deus, a confiarem em Deus. O verdadeiro louvor leva as pessoas a se voltarem para Deus.O louvor não é um espaço da liturgia. Louvor é a totalidade da vida. "Bendirei ao Senhor em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios" (Sl 34.1).

À luz destas coisas, é preciso dizer que avivamento não é mudança litúrgica, é mudança de vida. Avivamento não é histeria carnal, é choro pelo pecado. Deus não procura adoração. Ele procura adoradores.Todavia, é preciso dizer que, embora o avivamento não seja mudança de liturgia, todo avivamento mexe com a liturgia. O avivamento desinstala a liturgia ritualista, cerimonialista, formalista, fria e morta e põe em seu lugar uma liturgia viva, alegre, ungida, onde há liberdade do Espírito, sem abandonar a ordem e a decência. 

Em épocas de avivamento, a liturgia é desingessada e o povo com alegria e liberdade do Espírito adora a Deus, em espírito e em verdade, sem regras rígidas pré-estabelecidas. Cada culto é um acontecimento singular, novo, onde há abertura para o que Deus deseja falar e fazer com o seu povo. 

Hoje existem muitos cultos solenes, aparatosos, pomposos, mas estão mortos. Disse J. I. Packer no seu livro "Na Dinâmica do Espírito": "Não há nada mais solene do que um cadáver. Há cultos solenes que estão mortos". Embora o avivamento não seja mudança litúrgica, todo avivamento muda a liturgia, tornando-a bíblica, alegre, ungida, dirigida pelo Espírito de Deus. Devemos clamar como os puritanos: "Queremos liturgia pura".

 2.4. Avivamento não é uma ênfase carismática unilateral.Muitas pessoas hoje estão limitando o avivamento a milagres, curas e exorcismos, sem observarem a abrangência global da doutrina pneumatológica. Este é um sério perigo. Toda vez que super-enfatizamos uma verdade em detrimento de outra, nós produzimos deformações e distorções nesta verdade.Deus pode e faz maravilhas, curas e prodígios extraordinários quando Ele quer. Ele é soberano. Ninguém pode deter a sua mão. Ninguém pode ser o conselheiro de Deus. 

Ninguém pode instruir a Deus e dizer o que Ele pode e o que Ele não pode fazer. Ninguém pode obstaculá-lo nem ensinar-lhe qualquer coisa. Ele faz tudo quanto Ele quer, como quer, onde quer, quando quer, com quem quer. "Ele faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade" (Ef 1.11). Ele não obedece à agenda dos homens. Ele não se deixa pressionar. Ele é livre.Entretanto, esta não é a ênfase do avivamento. A igreja hoje está correndo mais atrás de sinais do que atrás de santidade. A igreja hoje empolga-se mais com milagres do que com vida cheia do Espírito. 

A igreja hoje anseia mais as bênçãos de Deus do que o Deus das bênçãos. 

CONTINUA NA PRÓXIMA MENSAGEM - PARTE 2


escrito por Josivaldo de França Pereira  

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

SEXO ORAL E SEXO ANAL - QUAL O PROBLEMA?



A BÍBLIA CONDENA SEXO ORAL E ANAL? 



A BÍBLIA CONDENA SEXO ORAL E ANAL? 


Antes de escrever qualquer texto costumo ler, pesquisar, orar,consultar a Bíblia, autores que
entendem do assunto, médicos.e etc..  

O negócio dá trabalho! Se a minha intenção fosse criar polêmica e ficar famoso, eu não 
precisaria me dar a este trabalho, concordam? 

Quando tocamos no assunto "sexo anal" à luz das Escrituras, o primeiro texto bíblico  que 
nos vem a mente é o de Romanos 1:26-27:

"Por causa disso Deus os entregou
a suas paixões vergonhosas. Até suas mulheres  
trocaram suas relaçõessexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma 
forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se 
inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens 
com homens, e receberam em si mesmos ocastigo merecido pela sua perversão."
 
Se estudarmos o contexto destes
versículos, vamos descobrir que Paulose referia aos 
bacanais públicos e oficiais de Roma. A orgia era parte oficial da instituição. É só ler com 
um pouco mais de atenção que você vai perceber. 

César transava com todas as mulheres que queria e também fazia-se mulher para muitos 
homens. Tudo era possível e permitido! Ele definitivamente não estava falando de sexo anal 
entre marido e mulher com consentimento e prazer mútuo.

Mas vamos agora a questão fisiológica - O sexo anal, no geral, é muito dolorido para a 
mulher, pois é um local bastante sensível, cheio de vasinhos internos e externos. 

Quando um deles estoura, pode surgir a tão famosa e dolorida hemorroida. Outra coisa que
acontece, é o alargamento do esfincter. Alguns casos ficam tão graves com o passar dos 
anos, que precisam até de cirurgia para reconstrução. 

Além de tudo, o ânus é um lugar muito sujo, criado para eliminar as fezes. Não dá para limpar
com sabonete até onde o pênis alcança. Desse modo, o homem poderá transmitir alguma 
doença para a esposa, caso haja penetração na vagina após o sexo anal. 

E com as fissuras no ânus, a porta ficará aberta para infecções pelo HIV e outras DSTs. 
 
Sofrimento!  Esse é o "x" da questão.
Agora não falo mais de sexo anal, mas, sim de amor. 

O amor não faz mal ao próximo. 

Se você ama sua esposa, não vai ter prazer em vê-la sofrer,  vai?

Se o Espírito Santo habita em você, isso provavelmente vai te incomodar um bocado. 

Mas geralmente, o desejo acaba passando por cima deste incômodo. Recebo algumas 
perguntas de irmãos cristãos dizendo que respeitam suas esposas, mas desejam demais o
sexo anal, e como não podem ter no casamento, acabam apelando para a pornografia e 
masturbação. 

Sem contar os que recorrem a traição ou  prostituição.Por isso tantas esposas  acabam  
cedendo, por medo de  perderem seus maridos.
O conselho que costumo dar a estes homens é: O amor não faz mal ao próximo, e se sua 
mulher sofre com o sexo anal, por amor a ela (e a Deus)você não deve fazer. Nem com ela 
e nem com mais ninguém! 

É importante que vocês conversem sobre essa sua necessidade e orem juntos por isso.
Controle sua mente e seus olhos Quanto mais alimentar pensamentos e fantasias, mais forte
o "monstro do desejo"  ficará, e aí será mais difícil  lutar contra ele. Cada vez que um  
pensamento vier, lute contra ele em oração. Se não alimentar o desejo, mais fraco o 
"monstro" vai ficar. E sem alimento, uma hora ou outra acaba morrendo. 

É o famoso: "Resisti ao diabo e ele fugirá de vós. (" Tiago 4:7).  

Talvez seja interessante conversar com sua esposa sobre algumas formas de deixar a relação 
sexual mais intensa, enquanto não se vê livre disso definitivamente quem sabe com carinhos 
e posições diferentes... Descubram-se! 

Meu conselho continua: "Cada um,
porém, é tentado pela própria cobiça sendo por esta arrastado
 e seduzido. Então a cobiça, tendo engravidado, dá à luz o pecado, e o pecado, após ter-se 
consumado, gera a morte." (Tiago 1:14-15.)  

O pecado sendo consumado, pode gerar a sua morte espiritual, a morte espiritual da sua esposa
 e a destruição do seu casamento.  

Persevere! Diga não quando o desejo bater a sua porta:"Porque sabemos que a tribulação produz 
perseverança a perseverança, um caráter aprovado, e o caráter aprovado, 
esperança, e você não ficará decepcionado." (Romanos 5:3-4). 

Feche os olhos para a pornografia, controle seus pensamentos: "Tudo o que for verdadeiro, tudo
o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o
que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas. 

Filipenses 4:8. A tentação sempre vai estar a nossa porta, seja nesta ou em qualquer outra 
área  da vida, mas nós temos o poder de dominá-la 

Veja o que Deus disse a Caim quando, alimentado pelo ódio, planejava matar seu irmão:  
"Se você  fizer o bem, não será aceito? Mas se não o fizer, saiba que o pecado o ameaça à porta, 
ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo". (Gênesis 4:7.) 

Infelizmente Caim não escutou o conselho. Ele não dominou o pecado, alimentou o ódio e 
assassinou seu irmão.

Queridos, Deus é perfeito e faz tudo
perfeito. O Seu plano original para o sexo era perfeito também. 
Ele criou o orifício certo pra isso! O ponto "G" da mulher está na vagina e não no ânus. 

Mas com o pecado no mundo, muitas coisas mudaram. Deus não criou o sexo anal. Se ele nunca 
tivesse existido, provavelmente o ser  humano não sentiria essa necessidade mas como ele 
existe, a vontade surge claro. Como eu disse, o sexo criado por Deus é lindo! 

A posição tradicional pênis na vagina, corpo no corpo,  olhos nos olhos, também traz MUITO
prazer. Quando o casal se ama, vive uma só carne, e tem intimidade com Deus, aos poucos vai                               
voltando ao princípio, a origem daquilo que Deus criou, como um imão, entende? 

Quanto mais perto de Deus, mais longe estaremos do pecado, e quanto mais perto do pecado, 
mais longe 
estaremos de Deus. Mas quem sou eu para julgar a vida sexual de alguém? 

E quem sou eu para convencer (que é diferente de esclarecer) alguém do pecado? Isso é um  
trabalho que compete ao Espírito Santo de Deus: "Quando ele vier (e já veio), convencerá o mundo
 do pecado, da justiça e do juízo. (João 16:8)

"Mas e se a esposa sente prazer no
sexo anal? e o marido usa camisinha para evitar infecções? 
Sei que muitos estão querendo, na busca de um juiz a seu favor, escutar um "sim, é pecado" e 
outros "não, não é pecado"!

Sinto decepcioná-los, mas a única coisa que tenho a dizer é: Busquem intimidade com Deus! 
Orem juntos,  devorem a Palavra, absorvam os ensinamentos de Cristo e busquem praticar tudo 
aquilo que aprenderam...

Quanto mais próximos da Luz vocês estiverem, mas fácil será para  enxergar a Verdade. 

Não precisamos de "secretários de Deus" apontando o pecado alheio, isso é papel do diabo, 
ele é o acusador! Busque a Deus como nunca, insaciavelmente,  DEVORE os evangelhos 
(Mateus, Marcos, Lucas e João) quantas vezes forem necessárias. E Ele através do Espírito 
Santo , vai te dizer: "Isso te afasta de Deus e isso não!"

Neste contexto ainda, gostaria de deixar 
algumas perguntas: Qual a sua intenção ao praticar 
sexo anal com sua esposa? É satisfazê-la? Demonstrando o seu amor e glorificando a Deus? 

"Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, 
dando por meio dele graças a Deus Pai." (Colossenses 3:17)

Pecado terrível não vem da região anal
vem do coração, de onde procedem os maus desígnios,                                 
conforme disse Jesus(Marcos 7:21).  

Cada um cuide de si mesmo e não faça de seus gostos ou desgostos pessoais, regras para a
vida de ninguém! "Há apenas um Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e destruir. 
Mas quem é você para julgar o seu próximo?   (" Tiago 4:12)

O modo natural é o sexo vaginal. A vagina tem forma, dimensões e elasticidade próprias para o 
coito;  tem inervação capaz de despertar na mulher, o desejo e o prazer sexuais. 

No casamento monogâmico, a vagina não oferece risco de contágio infeccioso; é a via natural
 para o início de uma gravidez. 

A boca e o ânus/reto, não  apresentam inervação erótica; são fontes certas de 
infecção e não levam à gravidez. O sexo oral ou anal é egoísta porque, geralmente, só dá
prazer ao homem. 

A Bíblia diz que é contra a natureza, contra a vontade de Deus. Não deve ser praticado, portanto.
Estamos vivendo dias semelhantes aos de Sodoma e Gomorra. 

As fantasias e aberrações sexuais atingiram o seu apogeu.. Essas alternativas sexuais são fruto 
do hedonismo, esta corrida louca em busca do prazer, tão características desta geração.
Já no Sexo oral, embora tenha seus defensores ou aqueles que são tolerantes, não é 
recomendável do ponto de vista da saúde. 

Os tecidos da cavidade bucal não têm condições de resistir à ação de microorganismos que 
tem o seu habitat no canal vaginal ou na uretra masculina. 

Este comportamento sexual tem facilitado a transmissão  de enfermidades venéreas 
transportadas agora para a boca, laringe ou faringe. Dentistas têm encontrado abcessos nas 
gengivas provenientes de bactérias próprias do aparelho geniturinário. 

A boca não foi planejada por Deus senão para as finalidades que já conhecemos.como
para louvar a ele e alimentar-se. 

A  psicologia e a psicanálise explicam tais fenômenos com base nos estágios do 
desenvolvimento psicossexual, confirmando o princípio bíblico na dimensão 
emocional e espiritual do ser humano.
Muito mais repugnante e abominável é o sexo anal. Ao criar o homem e a mulher, conforme lemos 
em Gênesis1:27, o Criador fê-los cada um com sua anatomia e fisiologia próprias . 

Assim ,o ânus não foi feito para a finalidade sexual. A medicina condena tal prática. 

É fácil de entender. A mucosa anal favorece a proliferação de germes patogênicos, 
 responsáveis pelas doenças sexualmente transmissíveis. 

As esposas infelizes, abusadas e  desrespeitadas por seus maridos com estes aberrativos e 
bestializados instintos, são vítimas de herpes, além de outras infecções graves. 

Para aquelas com tendências a hemorróidas, o problema é ainda mais sério . Sangramentos, 
fissuras,  estrangulamentos são comuns. 

Qualquer médico pode confirmar. Lemos em Romanos 1:24 e 26 : “Pelo que também Deus 
os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus 
corpos entre si. Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas 
mulheres mudaram ao uso natural, no contrário à natureza.”

Devemos esclarecer que Deus não é contra o sexo normal, dentro das fronteiras sagradas do 
matrimônio, mas há limites. Aqui está resumidamente a lista do que Deus condena de maneira 
absoluta e inegociável:




1. Deus é contra a pederastia, o lesbianismo, a pedofilia (sexo com crianças). 
Lev. 18: 22 . “Com varão não te deitarás, como se fosse mulher. Abominação é.”

2. Deus é contra a prostituição .I Tess. 4:3. “Porque esta é a vontade de Deus, a vossa 
santificação, que vos abstenhais de prostituição.” Não haverá prostitutas dentre as filhas 
de Israel. ”Deut.23:17.

3. Deus é contra a bestialidade . “Não te deitarás com um animal,
para te contaminares com ele,nem a mulher se porá perante um
animal, para ajuntar-se com ele: é confusão.” Lev. 18:23.

4. Deus é contra o incesto, isto é, união sexual com parentes chegados: pai, mãe, madrasta, 
padrasto, irmão,irmã, tios, noras, genros, sogros, netos, ((ler Lev.18).

5. Deus é contra o adultério.
“Não adulterarás.” (Êxo.20:14). Ler ainda Mat.5:27 e 28).

6. Deus é contra o estupro. (Ler Deut. 22:25-29).

7. Deus é contra a fornicação. (Ler Apoc. 21:8).

8. Deus é contra a lascívia. “Mas, as obras da carne são.... lascívia significa: sensualidade, 
imoralidade, libidinagem, licenciosidade, impudícia.”

9. E finalmente Deus é contra osabusos e fantasias sexuais anormais, 
como já foi exposto.

LEMBRE-SE:  Mas, como é santo aqueleque vos chamou, sede vós também santos
em toda a vossa maneira de viver; Porquanto está escrito: Sede santos,

A IGREJA PLAYGROUND




A IGREJA PLAYGROUND




A IGREJA PLAYGROUND

Uma nuvem de novidades tem invadido o ambiente da igreja atual o que nos dá a convicção de que não é o Espírito Santo que está agindo dentro dela, mas o “outro espírito”. 
A igreja nos dias atuais se transformou num playground. Na verdade, é uma casa de diversões que caiu sob a influência do mundo, em vez de influenciá-lo. 
O mundo nem mesmo pode condená-la, porque ela é igual ao mundo. 
A grande meta dos pastores da igreja playground é lotar a igreja, pois igreja cheia é prestígio na comunidade evangélica e muito mamon na conta bancária. 
Se removermos do culto a gaiatice, o forró, o samba, o funk, o rock, a coreografia sensual, o balé, as festanças e as apresentações dos “artistas”, a igreja playground ficará vazia, pois o rebanhão não gosta da Palavra de Deus. 
Na igreja playground, por prevalecer o bum da diversão, as doutrinas bíblicas foram diluídas e a intimidade com Deus foi à bancarrota.

Na igreja Playground tudo é dirigido para garantir a “posse da benção”. 
A ordem e a decência são substituídas pelo atrativo das multidões, pela manipulação e pela hipnose de massa. 
A igreja apresenta-se como um remédio milagroso capaz de aliviar dores, angústias e depressões. 
Neste contexto, seus líderes se utilizam dos lixos psicoterápicos de Freud, Carl Jung, Fritz Perls, Alfred Adler e tantos outros que carregavam nas veias o ódio fanático ao cristianismo. 
Os pastores da igreja playground desconhecem o andar com Deus em intimidade, pois são “MBA’s da fé”. 
Eles são especialistas em estratégias de marketing, em fazer a igreja crescer em números, não em intimidade com o Senhor. Além disso, são vendedores de “bênçãos”, politiqueiros carnais, e falam mentiras para acalentar o ego de seus ouvintes. 
A triste conseqüência é que na igreja playground dificilmente alguém se converte com arrependimento de pecado conforme os padrões bíblicos.




Os líderes da igreja playground estão muito mais para manipuladores do que para ministros da graça de Deus. São “legais”, pois em nome do “politicamente correto” não desagradam a ninguém. 
Buscam unidade com todos, demonstrando tolerância com as esquisitices doutrinárias, desculpando tal procedimento pelo uso da palavra “amor”. 
Apresentam-se engravatados, com paletó de grife, verdadeiros janotas, pregando felicidade, saúde e prosperidade material. Quando estão pregando, “línguas estranhas” estão sempre presentes nos seus lábios para passar ao povo a impressão de que são espirituais. 
Os pastores playground estão atolados até o pescoço na doutrina do triunfalismo. Têm o “dom” da exibição, querem está em evidência, querem ser grandões. Ou seja, estão acometidos da doença “importantite”. 
Quanta diferença dos apóstolos e líderes da igreja primitiva que tanto batalharam pela fé! O Senhor Jesus falando de si mesmo disse: “O filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e para dar a vida em resgate de muitos” (Mc 10:45). 
Jesus nunca lutou por títulos, por triunfo nem se esforçou para manipular as pessoas. Ele as conquistou por que as serviu.
Quando os pastores playground falam de Abraão dão ênfase às suas riquezas e não a intimidade que ele tinha com o Senhor. Em Isaías 41:8 o próprio Deus descreveu o seu relacionamento com Abraão: “Mas tu, ó Israel, servo meu, tu Jacó, a quem elegi semente de Abraão, meu amigo”. 
O Novo Testamento nos diz semelhantemente: “Abraão creu em Deus e foi chamado de amigo de Deus” (Tiago 2:23). 
Em hebraico a palavra usada para “amigo” quer dizer “afeição” – “Abraão meu afeiçoado”. No grego a palavra que Tiago usa para “amigo” significa “Aliado querido” – “Abraão foi chamado aliado querido de Deus”. Isso não é ressaltado pelos líderes playground.



Quando os líderes playground falam de Enoque ressaltam o trasladamento, enfatizam a glória do trasladamento. 
A questão não é o trasladamento, mas sim, que Enoque andou com Deus. Enoque nunca realizou um milagre, nunca desenvolveu uma teologia profunda, nunca fez grandes obras que merecessem menção nas Escrituras. 
O que sabemos da vida de Enoque é que ele andou com Deus (Gn 5:24). Foi a sua intimidade com o Senhor que o fez um gigante da fé. Isso não é enfatizado pelos brincalhões do Evangelho. 
Certa vez perguntaram a George Müller qual o segredo que leva Deus operar tantos milagres em resposta às suas orações. Ele respondeu: “Não há segredo, há um mandamento a cumprir – conhecer a Deus em intimidade”. 
Na igreja playground, intimidade com Deus nem pensar. O atributo mais importante na igreja playground não é a semelhança a Cristo, são os talentos. 
Cristo deixou de ser a motivação central e fundamental na vida da membresia da igreja. O triste resultado é um povo sem identificação com o Supremo Pastor.


Os incrédulos não necessitam da igreja playground a qual prega sermões divertidos proclamando que Deus eleva a auto-estima, reduz o estresse e cura o “eu interior”. 
O que os incrédulos carecem de verdade é da Verdade imutável, inerrante e convincente que conduz ao arrependimento e à salvação.
A igreja do Senhor não é salão de alaridos. Ela é a menina dos olhos do Senhor, é a casa do Deus vivo, é coluna e baluarte da verdade, é pérola de grande preço. Deus não terá por inocente aquele que trata levianamente a noiva de seu Filho transformando-a num playground. 
A Bíblia alerta que o julgamento vai começar pela casa de Deus (I Pe 4:17). 
Oremos pelas igrejas playground para que se arrependam e voltem à prática das primeiras obras! À semelhança do pai do filho pródigo, Deus anseia por abraçar pecadores arrependidos.


SEM LIMITES


 

 

 

 

SEM LIMITES

E provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós bênção sem medida.
(Malaquias 3:10)
Na próxima vez que você folhear o Antigo Testamento, procure o Deus que talvez você não tenha percebido. 

Em todas aquelas restrições e repreensões, procure enxergar um Pai cuidadoso cuja generosidade é continuamente impe­dida. Tente ler a Bíblia não como um livro de leis, mas como a vida de um filantropo muito frustrado.

Tudo o que você deseja e mais ainda, eu lhe darei, a você e seus filhos, Deus promete aos israelitas repetidas vezes. "Bendito serás tu na cidade, e bendito serás no campo. [...] Bendito serás ao entrares, e bendito ao saíres" 
(Dt 28:3,6). 

Que coisa melhor poderia acontecer?

Para Deus, recursos limitados nunca são problema. Não existe relutância nem restrição. Na verdade, como qualquer pai dedicado, Deus deve com frequência restringir-se a aben­çoar tanto os seus filhos! Você nunca leu Deus dizendo a Is­rael: "O que você quer dizer com 'Abençoe-me de novo'?"

Deus não mantém um livro de contabilidade no céu para que não abençoe você demais, à custa de outra pessoa. Você não pode ultrapassar sua quota da bondade de Deus. E não pode superestimar a ternura de Deus para aqueles que lhe pertencem.

Gosto de uma história contada a respeito de George Mueller, um grande homem de oração, que exemplifica como não podemos ser ávidos demais pelas bênçãos de Deus.

Por algum motivo, Mueller precisou mudar-se com a fa­mília e o ministério para outro lugar da Inglaterra. O dia in­teiro carregadores levaram os pertences da família pela colina abaixo na direção da barcaça que os conduziria ao novo lar. 

Quando a embarcação estava pronta para zarpar, verificaram que tudo estava a bordo exceto uma coisa — a cadeira predile­ta de George Mueller. O capitão, no entanto, recusou-se a esperar e atrasar a partida.

Mueller ficou em pé no convés e orou em voz alta

— O Senhor, por favor, apressa-te e traze minha cadeira. — O capitão, zombando do ministro que aborrecia o Deus Todo-Poderoso com um pedido tão tolo, ordenou à tripula­ção que soltasse as amarras do navio.

Nesse exato momento um homem surgiu no topo da coli­na e desceu-a, correndo. Ele carregava a cadeira predileta de George Mueller na cabeça.

Este é seu Pai e o meu! Pródigo, ele doa com generosida­de, além de todas as nossas expectativas — é o que ele gosta de fazer. É sua natureza inalterável. Ele está presente com você hoje, procurando outra oportunidade de lhe conceder o que tem de melhor.

Você tem alguma preocupação no coração, alguma área em que deseja receber um favor divino, que você sempre con­siderou pessoal, embaraçosa ou tola demais para lhe pedir? 

Durante um minuto imagine como sua vida se transformaria se Deus respondesse a essa oração. Tente observar-se do pon­to de vista do Pai e imagine o quanto ele amaria provar o amor que tem por você dessa maneira.

Transforme hoje no dia em que abandonou essas dúvidas que limitam a bondade divina. Como qualquer pai amoroso, Deus se interessa por seu coração, por aquilo que é importan­te para você. 

Nada que você possa pedir é tolo demais para a atenção dele. Nenhuma necessidade inoportuna, sonho ou ambição colocaria você além da quota das coisas boas de que Deus é capaz e está pronto a passar para você. Confie nele. Peça-lhe hoje o que você deseja.

E mantenha os olhos no alto da colina.

Se há algo a ganhar e nada existe a perder pedindo, então, peça!  (W. C. Stone)


Extraído do Livro A Oração de Jabez de Bruce Wilkinson e David Kopp

TODOS OS CAMINHOS LEVAM A DEUS?


TODOS OS CAMINHOS LEVAM A DEUS?

A título de reflexão, e não de aplicação dogmática, gostaríamos de abordar este tema, à luz de algumas afirmações bíblicas.
Em Mateus 7.13,14, nosso Senhor Jesus Cristo nos ensina que há somente um caminho apertado que conduz para a vida eterna, e que há um caminho espaçoso que conduz muitos à perdição.

Ele ensina também que estes caminhos possuem uma porta de entrada. A do caminho apertado é estreita, e a do caminho espaçoso é larga.

Mat 7:13 - Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela).

Mat 7:14 – porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.

POR QUE ELE TERIA NOS ALERTADO?
Ou seja: para qual propósito? Porventura não foi para que não crêssemos em qualquer enunciado religioso proposto para a salvação da nossa alma? Ele nos ensinou que crer nele e conhecê-lo é o que conduz à vida eterna. E que o não crer, conduz à condenação eterna.

João 3:18 – Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.

João 6:40 - De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.
João 17:3 - E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

Se é verdadeiro que podemos ter muitas opções nesta vida, e que devemos respeitar as opções de cada pessoa, inclusive à do tipo de religião que deseja professar, todavia, não podemos afirmar que todos os tipos de crenças conduzem ao mesmo caminho que nos leva à presença de Deus.

Um gosta do vermelho, outro do amarelo… um de comer carnes e outro legumes. Mas nada disso influi no fato de conhecermos ou agradarmos a Deus ou não. 

Porque no assunto da religião (religar-se a Deus) importa que nasçamos de novo do Espírito Santo, conforme Jesus ensinou a Nicodemos, e isto se consegue somente por meio da fé nEle.

Por meio da fé justificadora decorrente da cobertura do sacrifício que fez em nosso lugar para pagar o preço exigido para a absolvição de todos os nossos pecados. 

Um Deus santo, justo e verdadeiro, não pode estar em comunhão com aqueles que não desejarem ser santos, justos e verdadeiros, tal como Ele é em Sua própria natureza.

E esta santificação não é ditada pelo que os homens imaginam, mas segundo aquilo que Ele nos revelou em Sua Palavra, a saber, na Bíblia.

Autoria de Silvio Dutra

BEM AVENTURADOS OS MANSOS










BEM AVENTURADOS OS MANSOS  
Mansidão é difícil de definir.Não é inatividade subserviente. 

Não é aquiescência passiva. Os gregos não tinham respeito pela mansidão porque a igualavam a servidão – pessoas tirando vantagem sobre você, pisando em você, socando seu estômago enquanto você agradece pelo privilégio de ser socado, esse tipo de coisa.

Mas não é isso que a Bíblia quer dizer com mansidão.

Mansidão é uma combinação de paciência, gentileza e completa submissão à vontade de Deus.

Mansidão é aprender autocontrole ao invés de querer estar no controle.

Mansidão é abrir seu coração ao invés de cerrar os punhos.

Mansidão é a firme resolução de que é sempre melhor sofrer do que pecar.

Mansidão é uma das grandes virtudes do cristão (Colossenses 3.12). O mundo pode não ter espaço para ela, mas a Bíblia tem.

Moisés era o homem mais manso da terra (Números 12.3).E se você sabe alguma coisa sobre Moisés, você sabe que ele não nasceu com uma personalidade mansa. Ele matou uma pessoa! 

Não estamos falando de um traço de personalidade.

Você pode ser calado ou exagerado, introvertido ou extrovertido, e ainda ser manso. Moisés precisou aprender a mansidão pela vida e pelo Senhor.

Pense também em Paulo. Havia algumas questões importantes em Corinto que Paulo não temia tratar. Mas sua abordagem foi a de apelar com os santos à mansidão e benignidade de Cristo (2 Coríntios 10.1).

Se você pensa que mansidão é para perdedores, você pensa que Jesus é um perdedor. O Filho do Homem era manso (Mateus 11.29). 

Claro, essa não é a única coisa a ser dita sobre Jesus, mas é uma delas.

Quando você for confrontado, quando for injustiçado, quando perder a paciência e começar a ficar tenso por dentro, como manifestar mansidão?

Quando você vai atrás de seus adversários, é com um chicote ou com um lenço branco? Quais pecadores te aborrecem mais, os do seu próximo ou os seus?

MANSIDÃO NÃO É SER CAPACHO. É TER UMA ATITUDE DIGNA MESMO DIANTE DE CONFUSÃO, ANSIEDADE E INJUSTIÇA.

BEM AVENTURADOS OS MANSOS, POIS ELES – LOGO ELES! – HERDARÃO A TERRA (Mateus 5.5).
KEVIN DEYOUNG / Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21